18 de maio de 2006

LUZ


Namastê

A Elci havia me pedido para que compartilhasse o que aprendi até hoje, então vai aqui uma das coisas que aprendi...

"Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.
Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser Brilhante,Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é filho do Universo.
Se fazer pequeno não ajuda o mundo. Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você.
Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros."

Nelson Mandela

Nelson Mandela está absolutamente correto. Nós boicotamos à nós mesmos; nós nos sabotamos. Lógico que não a nível consciente. Conscientemente todos queremos ser bem sucedidos, prósperos, felizes etc. Fazemos isso a nível inconsciente, e portanto, nem sabemos que estamos fazendo. Se alguém nos alerta para isso, a primeira reação é dizer “não é verdade, lógico que quero o melhor para mim e para minha família” As pessoas resistem, não admitem.

A verdade é que temos medo de brilhar, medo que os outros nos achem arrogantes, metidos, exibidos, nariz em pé etc. Medo que os outros párem de gostar de nós, medo de perdermos sua afeição e validação.
Mas o medo principal é o de nós mesmos.

Com poder, a tendência é achar que podemos fazer tudo que quisermos, de nos sentirmos semi-deuses, de nos tornarmos insensíveis em relação aos outros, de nos tornarmos pessoas piores.

Naturalmente não dá para tratar de um assunto vasto como este no Indi(a)gestão, mas creio que deu pra você ter uma idéia.

Por favor volte ao início da postagem de hoje e releia o que Nelson Mandela escreveu, vale a pena!


Om Shanti Shanti Shanti