Who is ele???Fazendo what?????????????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A verdadeira Índia! Desde 2005 mostrando a verdade dos fatos. Por motivos técnicos as palavras estão sem acentuação.
Primeira: Mary, amiga do Sankalp, que queria me conhecer e por isso foi passear com a gente no forte Panhala, em Kolhapur, fato raro de ocorrer na India tradicional.
Segunda: Nisha, irma do Roni, que tambem estava doida pra me conhecer, pos a mao no meu ombro na hora da foto, o que foi inesperado pra mim.
Terceira: Chanchal, a mais ocidentalizada de todas, ja morou em Portugal e fala portugues perfeitamente. Ela nem parece indiana... mas eh.
Quarta: Kalyani, a vizinha, que veio brincar de Holi com a gente. Quer dizer, eu que peguei ela no susto, mas no fim ela chegou com tradicionais docinhos indianos para celebrar.
Rasa - Estética da Música Indiana
Nava – Rasa
| Termo Sânscrito | Significado Principal | Outros Significados e Emoções Relacionadas |
| Shrngara | O Amor (O Erótico) | Beleza, Devoção, Erotismo |
| Hasya | A Alegria (O Cômico) | Humor, Sarcasmo |
| Adbhuta | O Maravilhoso | Curiosidade, Mistério |
| Shanta | A Tranqüilidade | Calma, Relaxamento |
| Raudra | A Furia (O Furioso) | Irritação |
| Vira | A Coragem (O Heróico) | Heroísmo, Orgulho, Confiança |
| Karuna | A Tristeza (O Patético) | Compaixão, Piedade, Condolência |
| Bhayanaka | O Medo (O Terrível) | Ansiedade, Compaixão |
| Vibhatsa | O desgosto (O Abominável) | Depressão, Auto-Piedade |
Cada Raga pode expressar um ou mais rasas de acordo com a velocidade, o tempo, e o movimento melódico em que o Raga é executado. Por exemplo, o Raga Yaman Kalyan é considerado doce e gentil, madhur, em Hindi, e segundo o grande cantor Pandit Omarnath Thakur (1897 – 1967), fundador da Faculdade de Música da Universidade de Benares, o caráter estético de Yaman Kalyan pode ser descrito como “o sentimento do despertar, emergindo do estado do sono”. O célebre sarodista Ali Akbar Khan diz que este raga pode expressar um leque de sentimentos estéticos que abrangem o amor em sua forma devocional (bhakti) ou erótica (shringara), o sentimento de compaixão (karuna) ou ainda a tranqüilidade (shanta).
Diz Bharata no Natyashastra: “Vários sentimentos, devido às suas causas particulares respectivas, surgem de shanta. Mas quando estas causas desaparecem, aqueles rasas se fundem novamente com shanta” (NSh 6.87 em Masson & Patwardhan, 1969: 140)
Notas na Música Indiana
Na música indiana as sete notas da escala (saptak) chamam-se swara. No sistema hindustani, a partir destas sete notas formam-se os Thaats, que são os modos como a escala pode se apresentar. Existem 10 Thaats básicos que dão origem aos inúmeros Ragas do sistema hindustani. Na música Carnática os modos da escala aparecem como Melakartas, que contam com o número de 72.
Nada Yoga – O Yoga do Som
De acordo com a metafísica hindu, o Absoluto não pode ser pensado, mas sabe-se que dele emana um som primordial, Om. Pode-se ouvir o Absoluto, e seu som é Om, o som a partir do qual surgem todas as demais manifestações de matéria e energia.
Nada Yoga significa a união através do som, ou a união com o som. Existem dois tipos de som, o Ahat Nad (produzido externamente) Anahat Nad (percebido internamente pelos yogues avançados). A concentração no som (nada), conduz a mente e o espírito à tranqüilidade (shanta) necessária para a união (yoga) com o Absoluto (Om).

Namaskar
Voce gosta de musica? Eu tambem :)
Vamos aprender juntos sobre a musica classica indiana!
A Música Clássica Indiana
por Diego Hauptman
Introdução
A tradição musical indiana está em contínuo desenvolvimento há milênios e, seu sistema, na forma como é conhecido hoje, é fruto herdado de uma tradição inquebrantável baseada no guru shishya parampara, relação guru (mestre) – discípulo.
A primeira referência literária precisa sobre a música na Índia foi feita por Panini (500 A.C) e a primeira referência à teoria musical é encontrada no Rikpratisakhya (400 A.C), mas a organização da música indiana deve sua origem ao Samaveda, uma das quatro partes dos Vedas. Outra obra muito importante é o Natya Shastra (Dramaturgia em sânscrito), atribuída a Bharata e escrita no período Gupta (séc. IV D.C), considerada a era de ouro no desenvolvimento da ciência musical na Índia.
O aspecto devocional deve ser compreendido como um ponto fundamental na compreensão da música indiana, na medida em que se desenvolveu a partir do canto ritualístico e conserva até os dias de hoje as qualidades espirituais e ritualísticas como elementos nucleares da sua constituição original.
Após um longo período de desenvolvimento, a música indiana, associando seu aspecto devocional original à música folclórica e outras expressões musicais da Índia e culturas vizinhas como a da Pérsia, desenvolveu-se como uma arte muito peculiar e própria, dando origem às duas grandes tradições de música, a hindustani sangita (Música Indiana do Norte) e a karnataka sangita (Carnática - Música Indiana do Sul). As raízes de ambas as tradições estão no Bharata Natya Shastra (séc. IV D.C), e as divergências surgem somente por volta do séc. XIV D.C.
As duas principais grandes tradições musicais, tanto a Hindustani quanto a Carnática apresentam a característica monofônica da música indiana, isto é, as melodias são executadas sempre em um só tom, o que produz um efeito mântrico e profundo, próprio da música indiana. Uma das diferenças consiste em que na música Hindustani do norte, dá-se mais ênfase a improvisação do que na música Carnática, que se baseia em padrões mais rígidos. A música Carnática, que nunca absorveu influência estrangeira, é sempre orientada por versos devocionais e o estilo vocal é predominante, enquanto que a música Hindustani foi muito influenciada pelo povo persa e seu estilo dá mais abertura à música instrumental, embora, a música indiana em sua totalidade seja orientada pela música vocal, que tem precedência sobre a música instrumental.
O Tala, (literalmente, bater das palmas, em sânscrito) é uma estrutura rítmica baseada em um número predeterminado de batidas, e sua natureza é cíclica. Existem inúmeros Talas na música indiana de diferentes batidas e tempos. A literatura sânscrita descreve 120 Talas, Bharata (Natyashastra) teria isolado 32 espécies de Tala no canto de uma cotovia.
Acredita-se que existam aproximadamente 300 ragas, embora somente cerca de 40 ou 50 sejam executados com regularidade. Um Raga não deve conter somente os elementos melódicos precisos que caracterizam o Raga como também deve expressar o movimento e sentimento estético apropriado. Cada Raga tem uma linguagem própria para se expressar utilizando-se das notas certas, ornamentos apropriados, motivos melódicos e a intenção estética que caracteriza determinado Raga. A interpretação de um Raga vai muito além de um simples sentar-se diante de uma partitura a fim de executar mecanicamente o que está ali escrito. Um músico indiano nunca irá servir-se da música escrita durante uma apresentação, pois o Raga deve estar já incorporado pelo músico, que terá plena liberdade de improvisação dentro das estruturas pré-estabelecidas da peça a ser executada, dando, em cada execução uma nova vestimenta ao corpo nu do Raga.
São muitos anos de intensa prática musical que possibilitam o músico indiano executar com precisão um Raga. A tradição musical na Índia ainda é predominantemente hereditária. O conhecimento é passado de pai para filho e o filho de um músico provavelmente também será um músico e assim sucessivamente, embora os mestres de música consintam em transmitir seus conhecimentos a todos àqueles que tenha aceitado como discípulos, este, tornando-se assim, quase um membro da família do seu mestre. Os estudos e prática musical geralmente tem início já aos quatro anos de idade e a vida do estudante é marcada por muitas horas diárias de prática.
Gharana e Bani – As Escolas
Na música Hindustani do norte, existem inúmeras escolas (gharana, do sânscrito graha, lar, casa, família) de tradições musicais na Índia e cada uma delas é batizada normalmente pelo nome da família ou pelo nome da região onde o fundador habita ou habitou alguma vez, como a Imdadkhani Gharana, escola fundada por Imdad Khan ou Maihar Gharana, escola que se originou em Maihar ao norte da Índia.
As escolas Carnáticas do sul da Índia chamam-se Bani, palavra originada de Vani (voz), e não tem um papel pedagógico como as Gharanas do norte da Índia, que ditam como devem ser executados os ragas. Bani é um estilo de expressão musical mais individual, aperfeiçoada por um músico.
Sangita – Música e Dança
Dança, teatro e música vocal e instrumental constituem uma unidade dentro da representação artística na Índia englobada pelo termo sangita. As artes na Índia, particularmente a música, não têm uma função meramente de entretecimento, mas são uma forma de autoconhecimento e tidas até como um caminho espiritual. Os antigos rishis (sábios) da Índia já há muito tempo conheciam as qualidades profundas e terapêuticas da música. A voz humana, segundo considerada pelos Hindus da antiguidade, indica não só o caráter do homem, mas também expressa o que há de mais íntimo em seu espírito, sendo assim, o canto a arte primeira seguido da execução de instrumentos e em terceiro lugar a dança: as três artes performáticas que constituem o sangita, segundo os três mais antigos e principais tratados que versam sobre música e dança, o Natyashastra, o Abhinayadarpana e o Sangitaratnakara.
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(Na vila de Fatehpur, quando errei o caminho para o terminal de onibus)
(Taj Mahal, no meu unico dia nublado de India)
(Vista da casa do meu amigo Roni)
(Lotus Temple, da religiao Baha'i, Nova Delhi)
(Dilli Haat, feira de artesanato, Nova Delhi)
(Eu, comendo sanduiche vegetariano do Mc Donald's)
(Fila para entrar no Taj Mahal, que durou quase uma hora por causa do desrespeito dos indianos que furam fila)
(Estrada Nacional, perto de Kolhapur, Maharashtra)

(Eu e Ibira usando o po dentifricio ayurvedico)
(Daulatabad Fort, Maharashtra)
(Ranguli feito para mim em frente a casa)




Terminei meu ultimo relato dizendo que eu e Pradeep partimos juntos para visitar alguns lugares famosos do Maharashtra. Naquela manha nos pegamos um trem perto da casa dele, em direcao a rodoviaria de Pune. Era trem urbano – primeira vez tambem com essa experiencia –, mas bem diferente dos do Brasil. Nos iriamos pegar onibus normal, aqueles do Maharashtra que ja tentei descrever antes – nao seria um Volvo dessa vez. Alem disso, para o local que iriamos primeiro levariamos algumas varias horas pra chegar, ja que nao tinha estrada reta e direto para la, alem do onibus nao ser dos mais velozes.
Sucesso entre Jornalistas e Professores.
Tema de tese de Doutorado, Mestrado e diversos TGs.
Fonte da novela Caminho das Índias.
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