30 de abril de 2008

O "Artista" que matou um cão de fome vai repetir o ato!







Namaste

Por favor meus caros leitores, participem e assinem mais esta peticao.

No final NAO se esqueca de APROVAR (clicando no botao “Aprove”)

O 'Artista' que matou um cão à fome vai repetir o acto! Vamos la participar...

POR FAVOR, ASSINEM A PETIÇÃO.
ACONTECEU-ME AO ASSINAR A PETIÇÃO, NO ÚLTIMO CAMPO A PREENCHER, UMA PALAVRA QUE NÃO ENTENDIA.
SE VOS ACONTECER O MESMO, SAIBAM QUE O QUE LÁ ESTÁ ESCRITO É PAÍS.


Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007,Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.

Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal.

Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.

Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2008.

Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :

www.petitiononline.com/13031953/petition.html

(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de 'artista' por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e desfrute com a dor alheia


REENVIA ESTA MENSAGEM A TODOS OS TEUS CONTACTOS, POR FAVOR.

se puseres o nome do 'artista' no Google, saem as fotos deste pobre animal e seguramente também aparecerão páginas web onde poderás confirmar a veracidade da informação.

Repasse aos seus amigos e pessoas que gostam dos animais.

Minha assinatura eh

2313649  e a sua????????

Vamos tentar impedir mais uma maldade!!!

Om Shanti

Yoga x Ioga



NA INDIA:
20 ANOS DE MUITO EXERCÍCIO MENTAL, JEJUM, ABSTINÊNCIA, MANTRAS, E CONCENTRAÇÃO(MEDITAÇÃO) PARA TOTAL DOMÍNIO DO CORPO, COMO MOSTRA O GRANDE AVATAR BRAHTIWA THOWBINDO PBRUHWNANDA.

NO OCIDENTE:
1 HORA NUM BUTECO BEBENDO SEM PARAR, RELAXAMENTO AO AR LIVRE E ALIMENTAÇÃO FRUGAL (SÓ TIRA-GOSTO) CONFORME DEMONSTRAÇÃO PELO GRANDE MANÉ COQUINHO.

AMBOS OS SISTEMAS DE ELEVAÇÃO SUPERIOR ACABAM PRODUZINDO OS MESMOS RESULTADOS.

CONTRA FOTOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.

Incredible Ocidentais!


Om Shanti

Calor Infernal Castiga os Animais



Animais de zôo na Índia sofrem com o calor de 41 graus

Tigres dificilmente deixam o pequeno tanque em sua jaula.
Insolação ameaça hipopótamos, os mais afetados pela temperatura elevada

Os animais do zoológico de Nova Deli, na Índia, estão sofrendo com o calor de 41 graus que faz na região. Os tigres dificilmente deixam de se refrescar no pequeno tanque de sua jaula. (Foto: AFP)

O calor prejudica muito os hipopótamos, animais mais afetados pela temperatura elevada. Eles são ameaçados pela insolação. (Foto: AFP)

Fonte: G1

Colaborou: Martha de Kolkata


TODOS os anos sao excecao morrem de 10 a 20 animais so no zoologico de Delhi durante o verao e as autoridades nao tomam providencias.

Se a vida humana aqui nao vale nada, imagine so a dos animais??????!!!!!!!!

INCREDIBLE CRUEL INDIA!

Om Shanti

Divorciado, pero no mucho ;)


Namaste

Com a mudança de costumes, divorciados indianos buscam uma segunda chance

Saher Mahmood e Somini Sengupta
Em Nova Déli, Índia


Em um restaurante de trabalhadores no meio de um movimentado mercado municipal, Yuvraj Raina é cúmplice de uma atividade que antes seria vista como uma radical afronta à ordem social.

Ele pega uma das pastas em sua mesa e lê em voz alta. "Divorciada, nascida em 68, trabalha com finanças e ganha 40 mil por mês. Tem uma filha, de 8 anos."

Outra pasta: "Brâmane, nascida em 59, 1,60m, contadora, sem filhos. Divorciada. A razão para o divórcio, ela diz aqui, foi que o rapaz tinha problemas psicológicos."

E uma terceira candidata pouco convencional, que nunca foi casada mas é considerada velha demais para encontrar um marido do jeito tradicional. "Ela optou por um divorciado. Nascida em 68, dificilmente conseguiria se casar com um homem solteiro."

Raina, também divorciado, é um homem de negócios que está cortejando um mercado pequeno, porém promissor: ele tem uma agência matrimonial para homens e mulheres divorciados que querem se casar novamente. Em outra época, essa idéia teria sido excomungada pela classe média indiana. O casamento era compulsório, o divórcio era condenado, e as viúvas, pelo menos em algumas comunidades hindus, eram submetidas a uma vida de austeridade e, em alguns casos, ao exílio.

O casamento ainda é, em grande extensão, socialmente obrigatório na Índia. Mas na medida em que os costumes sociais indianos lentamente se transformam, os divórcio e segundos casamentos estão, aos poucos, ganhando aceitação. "No geral, isso não é mais tabu hoje em dia", disse Raina, que continuou tecendo louvores ao anonimato que as cidades grandes em especial oferecem aos que querem recomeçar suas vidas. Para escapar das línguas cacarejantes e dos dedos indicadores, um homem divorciado, diz Raina, "só precisa mudar de casa. Basta se mudar do leste de Déli para o Sul, que ele é uma nova pessoa."

O trabalho da agência de Raina, chamada Aastha Center for Remarriage, não é mais tão subversivo. As seções matrimoniais dos jornais de domingo trazem anúncios de outras agências de casamento especializadas em divorciados. O portal
secondshaadi.com - "shaadi" significa casamento em hindi, e "second", segundo em inglês - foi lançado na Internet há apenas seis meses e já conta com uma base de dados de 25 mil clientes.

Até os sites convencionais de casamento, como o
shaadi.com, estão começando a encontrar inscrições de pessoas que querem se casar pela segunda vez. Sunil Gangwani, que dirige uma filial do shaadi.com em Nagpur, uma pequena cidade do interior da Índia, diz que 5% de seus clientes são divorciados.

As taxas de divórcio são difíceis de serem quantificadas porque os casos são arquivados nas cortes locais espalhadas por todo o país, mas existem evidências factuais desse aumento. A Delhi Commission for Women, que tem uma linha telefônica de atendimento ao público, estima que o número de chamadas por parte de mulheres pedindo procedimentos de divórcio cresceu pelo menos 20% desde 2000.

Só a agência de Raina tem cerca de 5 mil noivas e noivos em potencial em seus arquivos. Na maior parte dos casos, são os parentes que inscrevem os divorciados no serviço, da mesma forma que os irmãos mais velhos e os pais e tios fariam no caso de um primeiro casamento tradicional. Os arquivos contém detalhes à moda antiga: casta, renda, se o pretendente é vegetariano ou não - e o horário exato do nascimento, para fins astrológicos. Mas eles também identificam se os clientes são divorciados ou viúvos, e descrevem em poucas palavras por que o casamento terminou, no caso dos divorciados. Raina diz que não está interessado em detalhes. "Se eu for ouvir todas as histórias, vai levar pelo menos dois dias para preencher a ficha", disse ele. "Eu simplesmente escrevo 'incompatibilidade'."

Ele examina as fichas cuidadosamente e envia aos clientes aquelas que são combinações compatíveis. Foi assim que ele encontrou sua parceira - uma mulher cujo primeiro marido havia morrido, deixando-a com um negócio para cuidar. Raina e a mulher já estão casados há mais de um ano.

O escritório da agência Aastha é uma sala estreita no alto de um prédio de dois andares, sem elevador. As paredes estão cobertas com pôsteres de casais sorridentes em trajes de casamento, maiores do que o tamanho natural. As pessoas procurar a agência por desejos e motivos diferentes. Manju Singh, 56, não buscava necessariamente um marido, mas um companheiro de sua idade. "Quero alguém com quem conversar", disse ela. "Minhas noites são muito solitárias".

Anubha Suri, 29, foi encorajada por seus pais a começar uma nova vida, mesmo enquanto espera que seu divórcio seja finalizado. "As pessoas podem dizer, 'Veja como essa garota é rápida'", diz ela. "Eu não me importo. Vou mostrar para o mundo que uma mulher pode viver com ou sem o casamento."

Savi Nagpal, 39, procurou a agência porque ficou cansada de organizar as festas de aniversário de sua filha sozinha. "Como se sabe, na Índia todo mundo pergunta pelo nome do pai - é a primeira coisa", disse ela. Ter uma presença paterna, disse ela, será bom para sua filha, que tem 8 anos de idade.

Mas ainda assim, Nagpal continua relutante em se casar novamente. Levou mais de três anos para que ela contatasse a agência de Raina. Ela ainda tem medo de entrar num relacionamento novo. "Procurar um segundo marido para mim agora não é uma questão de amor, mas simplesmente uma necessidade prática", disse Nagpal.

A Índia é uma sociedade em transição, cautelosamente adotando novos hábitos, mas ainda profundamente tradicional nas questões relacionadas ao casamento. Ninguém sabe isso melhor do que alguém que é divorciado e está buscando um novo começo.

Inderbir Singh, 35, deixou de ser convidado para sair com seus amigos depois de seu divórcio, há 15 meses. Se um parceiro de negócios pergunta sobre sua família e ele confessa que é divorciado, a conversa entra num silêncio constrangedor. Seus amigos o têm incentivado a encontrar uma nova companheira, mas ninguém quis apresentá-lo a nenhuma mulher. "De repente, sou um renegado na sociedade em que vivo", disse ele, em tom de quase brincadeira.

Ele vê uma sociedade em conflito consigo mesma. "As pessoas acham o divórcio OK. Ninguém vai forçá-lo a continuar no casamento e se torturar para o resto da vida", diz ele. "Mas a atitude para com uma pessoa divorciada continua a mesma. Somos renegados. As pessoas acreditam que o divórcio não aconteceria se a pessoa fosse boa."

Singh não ficou constrangido por se lançar no mercado de casamento novamente. Ele se inscreveu em sites de casamento convencionais, mas só conseguiu o que chamou de "taxa de fracasso de 100%". Ele colocou um anúncio no jornal, solicitando propostas, mas também não teve sorte. Então, tentou o site
secondshaadi.com.

Até agora, já conheceu sete mulheres, e gostou de uma delas o suficiente para convidá-la para dois encontros. Ele a descreveu como sendo "um contato muito promissor".

"Vamos ver o que acontece", disse ele.

Fonte: Noticias UOL


Eu conheco duas brasileiras casadas com indianos que encontraram seus maridos via a agencia virtual de casamento; ambas nao aguentaram morar na India com as sogras e agora estao nos Estados Unidos.


Incredible India!

Om Shanti

29 de abril de 2008

Baoli





























Namaskar

Os poços em degraus da Índia - baoli, baori, baudi, bavari ou vav, nomenclatura que varia consoante o local - são enormes reservatórios de água escavados no solo, em socalcos. Possuem uma série de degraus sucessivos numa ou mais das suas paredes, por onde se faz o acesso à água armazenada. Alguns chegam mesmo a possuir uma rampa para o gado. Esta concepção brilhante, ditada por razões exclusivamente utilitárias, permite não só um funcionamento eficaz com qualquer nível de água como também a manutenção do próprio poço.

Pensa-se que os poços em degraus surgiram há cerca de 800 anos na região ocidental da Índia e no Paquistão, embora haja quem sustente que são bastante mais antigos. Substituíram a pouco e pouco os vulgares reservatórios de água e tornaram-se bastante comuns sobretudo nos locais mais áridos. Com o tempo, o seu papel foi-se diversificando, enriquecendo e transcendendo a mera função utilitária. Durante o quente Verão indiano, por exemplo, constituíam locais de convívio onde as pessoas podiam desfrutar calmamente de sombra e frescura.

Em alguns casos os poços recebiam estruturas arquitectónicas mais ou menos complexas em seu redor, que podiam ir de uma simples cobertura até conjuntos de habitações. Aldeias e outras comunidades floresceram em torno deles. É também comum encontrar templos construídos junto aos poços, transformando-os em locais místicos e objecto de peregrinação a que as pessoas recorriam para banhos sagrados e rituais.

Embora a necessidade de armazenamento de água se mantenha na Índia, os poços em degraus caíram em desuso em detrimento de novos sistemas. Curiosamente aqueles que ainda se mantêm funcionais possuem quase sempre um carácter lúdico.

O Adalaj Vav, em Ahmedabad, o Rani ki vav, em Gujarat, ou o Chand Baori (imagens acima), no Rajastao contam-se entre os mais espectaculares entre estes.

Colaborou: Julio de Almeida

Incredible India!

Om Shanti

28 de abril de 2008

Se voce ama seu bebe, JOGUE-O!!!

Namaskar

Voce tem que ver este link!!!!!!!!!

Copie e cole no seu browser:

ibnlive.com/videos/64068/incredible-india-infants-thrown-off-roofs-to-thank-god.html


Voce ainda tem duvida de que a India eh Incredible???

Colaborou: Daiza

INCREDIBLE INDIA!

Om Shanti

27 de abril de 2008

Joy - Tomaz Lima


Namaskar

Uma oferta especial só para você!

Para comemorar o lançamento da nova capa do CD Joy, a Lotus do Saber esta oferecendo 20% de desconto em qualquer outro CD ou livro que você compre juntamente com o CD Joy!

No CD JOY , o cantor e compositor Tomaz Lima demonstra que a palavra sincretismo pode ser depreendida em toda a sua carga semântica: amálgama de concepções heterogêneas. Com percussão sufi, afro-brasileira e hindu. Clique na capa e ouça trechos das músicas.

Visite o site www.lotusdosaber.com

Ouça trechos das músicas de outros CDs também clicando no link CDs.

Esta oferta é válida somente para as compras no mês de abril de 2008

www.lotusdosaber.com

www.homemdebem.com.br

Tel. 0**2126445286

O Rio de Janeiro com seu Cristo Redentor eh uma preciosidade para o Brasil mas ha ainda muitas outras preciosidades neste pequeno estado. Para mim uma destas perciosidades eh o cantor e compositor Tomaz Lima tambem conhecido como ‘Homem de bem’.

Ja ha anos venho acompanhando seu trabalho musical e possuo diversos de seus CDs. Inclusive trouxe aqui para a India alguns deles e quando coloco para tocar os indianos ficam impressionados com a suavidade de sua voz.

Fica aqui a dica.

Incredible Tomaz Lima!

Om Shanti


26 de abril de 2008

Algodao Doce

25 de abril de 2008

Elefante furioso mata três


Namaste

Elefante furioso mata três na Índia

BBC

Um elefante enfurecido invadiu um templo hindu no sul da Índia nesta quarta-feira e matou três pessoas, o tratador dele e dois fiéis, de acordo com a polícia local.

As imagens da televisão indiana mostram um elefante macho adulto invadindo a área do templo e derrubando um telhado de palha, antes de forçar a passagem através de um portão de aço e pisotear um homem.

O corpo foi chutado a vários metros de distância pelo animal furioso.

O elefante participava de uma cerimônia religiosa num festival regional em Thrissur, quando de repente perdeu o controle e matou um homem, uma mulher e o tratador.

Ainda não se sabe o que provocou a fúria do elefante. Esses animais costumam ser usados em cerimônias na Índia, muitas vezes cobertos com panos decorativos e com o couro pintado.

Defensores de direitos dos animais afirmam que freqüentemente esses elefantes são mantidos em péssimas condições.

Fonte: UOL noticias


Incredible India!

Om Shanti

Ibirá na Índia - Parte 15 - Final

(Por do sol e skyline em Mumbai)
(Victoria Terminus, estação de trem construída pelos britânicos em Mumbai)

(Gateway of India, construído para receber o rei George V do Reino Unido, no início do século XX)


Namaste priy doston!

Hoje, após quase três meses do primeiro relato, encerrarei minha participação no blog da Sandra, o melhor e mais completo blog sobre a Índia em português!

Terminei o último depoimento partindo para Mumbai. Pois bem, eu e o amigo do Sankalp, Ravidas, chegamos às seis horas da manhã na maior metrópole indiana, que outrora havia me assustado. Pegamos juntos um ônibus de rua comum (eu com duas malas, fora a mochila) e Ravidas desceu alguns pontos antes do meu. Após descer ainda peguei um táxi para Colaba, bairro famoso por hotéis baratos para estrangeiros - e de fato o hotel (guest house) que fiquei estava lotada de estrangeiros. Colaba fica num local privilegiado por estar bem perto do centro histórico de Mumbai, o que poupa gastos com transporte já que dá pra visitar toda a área à pé.
No domingo, então, ainda de manhã, saí para andar. Embora Mumbai não me assustasse mais, um extremo desconforto estava presente - o calor e a umidade. Mal andei um quilômetro e já estava ensopado de suor. Até meus braços suavam, o que nunca vi acontecer em mim. Parei num local, na sombra, para tomar café da manhã. Comi duas samosas e tomei uma garrafa de um litro de água completa - e ainda na sombra eu não parava de suar.

Voltei para o hotel, tirei a roupa e fiquei um pouco debaixo do ventilador. Depois disso pus uma bermuda (pois estava de calça) e uma camiseta mais leve. Daí saí de novo para enfrentar o calor. Dessa vez, porém, não quis me torturar e peguei um táxi para ir ao Victoria Terminus, a pouco mais de dois quilômetros dali. Após ver o local, que é uma linda estação de trem feita pelos britânicos, não resisti e entrei no Mc Donald's em frente, já que era hora do almoço. Os motivos para eu entrar ali foram dois: eu não tinha a menor idéia de onde iria comer e no Mc Donald's tinha ar condicionado... comi meu Mc Veggie e me alonguei um pouquinho mais lá dentro, com a auto-desculpa de observar o povo indiano moderno de Mumbai. Curiosamente, porém, por volta das duas da tarde, não estava mais tããão absurdamente quente quando achei que deveria estar e meus braços não suavam mais!

Com o clima um pouco mais agradável, saí para andar de novo. Mais tarde um pouco, o Sankalp me ligou insistindo para que eu fosse visitar o templo ISCKON (conhecido por Hare Krishna no Brasil) não muito longe de onde eu estava. Apenas andei mais um pouco vendo os prédios britânicos de Mumbai e depois fui ao ISCKON. Lá dentro, dois Hare Krishna vieram conversar comigo. Era quase 17hs quando cheguei lá. A conversa começou apenas com o básico de sempre, mas entrou para assuntos mais filosóficos que tivemos que ir jantar enquanto conversávamos. Há um restaurante pago lá dentro, mas para os "monges" e "estudantes" Hare Krishna do templo há um outro local, no fundo, com comida mais simples, de graça para eles. Me levaram lá para comer - no chão, e com as mãos.

Após a janta fomos ao templo propriamente dito, ou seja, o local com o altar e a imagem de Krishna. Estava ocorrendo um bhaja kirtan, que é um momento em que um grupo de músicos se reúne para tocar músicas devocionais, utilizando os melhores instrumentos clássicos indianos - o que faz já valer assistir só por isso. Havia muita gente. Soube que os músicos estavam tocando desde as 17hs sem parar e já eram 21hs, quando estava terminando. Quando acabou fui embora.
Na segunda feira a temperatura não estava insuportável. Krishna deve ter ouvido minhas preces e me deu um último dia de Índia um pouco mais agradável. Passei o dia andando de novo. Devo ter tomado uns quatro copos de caldo-de-cana, reabastecendo-me de líquido e calorias... é muito comum ter barraquinhas de caldo-de-cana nas esquinas. Um copo custa cinco rúpias, o equivalente a R$0,25. À noite, na hora da janta, não resisti de novo e dessa vez comi no Subway. Mas dessa vez houve um motivo especial para esta decisão. No post que a Sandra fez com fotos minhas me reabastecendo, houve um comentário do Pedro falando do sanduíche do Subway; quando vi que tinha um bem pertinho do meu hotel fiz questao de ir lá - essa foi pra você Pedro!

Depois disso, fui ao hotel - estava extremamente cansado e queimado (embora eu passasse protetor solar o suor tirava em seguida...). Eram umas nove ou dez da noite, mas eu já queria dormir. Quando entrei no hotel o cara da recepção me chamou e, baixinho, perguntou o seguinte, em inglês: "Um cara lá em baixo te viu e pediu para eu falar com você quando você chegasse... você quer fazer uma ponta em Bollywood?". Confesso que adorei a pergunta e estava até esperando por isso, pois a Sandra havia me dito que isso poderia acontecer em Colaba. Mas....... eu estava realmente cansado, e queimado. A gravação seria durante a madrugada e eu ganharia 500 rúpias (cerca de 25 reais). Fiquei bem tentado, mas disse que eles tinham que ter me chamado na noite anterior e agradeci. Essa ficou realmente pra próxima!

Na manhã seguinte logo cedo fechei a conta no hotel e fui ao aeroporto. De última hora ainda encontrei mais um amigo indiano que foi ao aeroporto me visitar, pois não tivemos tempo de nos conhecer antes. Ele me disse que da próxima vez ele tirará dois dias de folga para me levar pra conhecer realmente Mumbai, e não só o centro histórico. Parece que terei que voltar um dia para lá, não só para conhecer melhor a cidade que não mais me assusta, mas também para aparecer em Bollywood!!!

Ainda do avião vi a cidade do alto e disse tchau para o país que tanto me acolheu e tanto me enganou. No final das contas já queria mesmo voltar para ter um pouco de paz de espírito - ser estrangeiro na Índia não é fácil. Não é simples ter de preparar a mente toda a vez que sai para a rua para brigar com o motorista do auto-riquixá, para brigar com os vendedores, para tolerar ser olhado e fotografado por todos os lados, ser abordado o tempo todo, ouvir histórias que podem ser verdade ou não... já estava sentindo falta de sair na rua sem me preocupar - e olha que moro em São Paulo!... mas confesso, a Índia fascina e vicia depois que você pega o jeito e, como já dei a deixa, eu quero voltar um dia, sim...
Por hora, despeço-me da Índia e despeço-me também de todos vocês, que me acompanharam desde o começo, viajando comigo, ainda que não sentindo na pele, mas tendo sensações curiosas que foram, na medida do possível, compartilhadas em comentários. Agradeço, sinceramente, a participação de todos e, sobretudo, agradeço à Sandra por ter aberto esse espaço para essa troca.

Bahut bahut dhanyavad!

Om Shanti Om

24 de abril de 2008

Jyoti, a Menor Adolescente do Mundo





Namaskar

A menor adolescente do mundo vive na Índia

Jyoti Amge é uma adolescente normal, tem 15 anos e é muito feliz. Ela só não passa despercebida entre as outras garotas da sua escola por um detalhe, ela mede apenas 50 centímetros e pesa 5 kg.

Jyoti, que tem estatura semelhante à de uma criança de aproximadamente 1 ano, é considerada a menor adolescente do mundo. Ela vive na Índia e sofre de uma forma de nanismo chamada "
achondroplasia". Os médicos afirmam que a estatura atual de Jyoti corresponde à sua altura máxima.

Devido à sua baixa estatura, Jyoti precisa usar roupas e jóias feitas sob medida. Ela dorme numa pequena cama e usa pratos e talheres especiais, compatíveis com seu tamanho, já que os utensílios de tamanho normal são muito grandes para ela. Apesar dessas dificuldades, ela encara sua condição de forma bem natural. Freqüenta uma escola regular, em Nagpur, onde tem a sua própria mesa e cadeira e não é discriminada por nenhuma das colegas.

Sua mãe afirmou que somente percebeu que havia um problema com Jyoti aos 5 anos.

Embora saiba que não pode mais crescer, Jyoti afirma que não tem nenhum problema com sua estatura: "Sinto-me orgulhosa de ser pequena. Eu adoro todas as atenções que recebo."

"Eu gosto de comer, igual a você, sonhar igual a você.
Não consigo me sentir diferente."

Segundo o Daily Mail, Jyoti é tratada como uma mini-celebridade em sua cidade natal, alguns até a tratam como uma deusa. Sua popularidade é tamanha, que ela inclusive já participou de uma faixa do álbum do seu ídolo, o cantor Mika Singh. Segundo ela, seu objetivo agora é trabalhar como atriz em Hollywood.

Ela afirmou: "Eu gostaria de trabalhar em uma grande cidade como Mumbai, atuar em filmes e viajar para Londres e América."

Curiosamente, é também na Índia, que encontra-se o
menor fisiculturista do mundo. Veja a postagem do dia 21 de Fevereiro de 2008 entitulada Mini Musculo neste blog. http://indiagestao.blogspot.com/2008/02/mini-musculo.html



Incredible India!

Om Shanti

23 de abril de 2008

Trem entre Índia e Bangladesh volta a operar depois de 40 anos



Namaskar

Trem entre Índia e Bangladesh volta a operar depois de 40 anos

Maitree Express parte da cidade de Kolkata (Calcuta) com destino à Daca, capital de Bangladesh.

A retomada do serviço de trem aconteceu no primeiro dia do ano dos bengalis.

Fonte: G1


Incredible India! (slogan do governo indiano)

Om Shanti

Ibirá na Índia - Parte 14

( Nos fundos da universidade em Ashta, casas extremamente simples de agricultores familiares)
( A rua em frente à casa em que mora Sankalp e seus amigos, em Ashta)

Namaskar!
Finalmente contarei como foi minha última semana na Índia! A Sandra acaba de me liberar para escrever, agora que a situação melhorou, graças a Deus. Este relato, embora esteja sendo publicado quando eu já estou de volta ao Brasil, foi escrito em papel na minha última noite de Índia, do dia 14 ao 15 de abril, em Mumbai. Mas para alegria geral, ele não será o último! Meus escritos sobre minha última semana de Índia tiveram que ser divididos em dois relatos, então encerrarei minha participação no blog da Sandra no Ibirá na Índia - Parte 15.
Bom, vamos lá. Na terça-feira, dia 8 de abril, peguei o trem na New Delhi Station, às 17hs, rumo a Mumbai. Estava deixando a capital política indiana para chegar na capital financeira, 23 horas depois. Sim, vinte e três horas dentro de um trem indiano. Justamente por isso, eu estava torcendo para que as pessoas que ficassem no meu "nicho" no trem fossem no mínimo, digamos, comunicativos. No entanto, embora não fossem mal-caráteres, eles não falavam inglês... até tentaram se comunicar, mas o máximo de interação que tiveram comigo foi um doce que me deram. Enfim, fiquei lendo a maior parte do tempo.
Embora meus planos fosse ficar uma semana em Mumbai, meus amigos do começo da viagem - Sankalp e Pradeep - ao saberem que eu estaria relativamente perto deles mais uma vez, insistiram para que eu os revisitasse. Aceitei prontamente o convite, até porque uma semana de Mumbai seria exagero. Sendo assim, imediatamente ao desembarcar do trem em Mumbai parti para uma estação de ônibus, onde embarquei para Pune encontrar o Pradeep.
Cheguei lá por volta das 21hs. Pradeep encontrou comigo e fomos jantar num restaurante simples de comida do Rajastão (um lugar onde estrangeiro nenhum tinha ido e estavam todos felizes lá dentro). Comemos e fomos ao cinema assistir a um filme de Bollywood chamado Shaurya. Era em Hindi e sem legenda, então não entendia nada e o Pradeep ficava me falando as coisas mais importantes; mas deu pra perceber que o filme é sério e parece ser bom. Ele trata da questão da Cachemira e nem tem o tradicional song-and-dance de Bollywood. Ah sim, mas não posso esquecer de dizer uma coisa que aconteceu completamente inesperada e que ninguém nunca tinha me dito e nem sei se em toda a Índia é assim. Antes de o filme começar, mas após os trailers e comerciais, apareceu uma mensagem na tela e de repente todos levantaram. Levantei junto, claro, e eis que começa a tocar o hino nacional indiano! Somente após isso que o filme começou.
Bom, no dia seguinte o Pradeep me levou para conhecer a Universidade de Pune, uma das melhores da Índia e com o maior número de estrangeiros matriculados. Fomos até fuçar na secretaria para ver se há brasileiros ali, mas a resposta foi não... fomos inclusive visitar o pequenino departamento de geografia da universidade, onde me convidaram para fazer a pós-graduação, mas confesso que não fiquei muito animado, não...
Depois disso, no final da tarde, peguei um ônibus, novamente, rumo a Ashta, a cidade da faculdade do Sankalp. Para quem leu os meus primeiros relatos, eu havia ressaltado a questão do distanciamento entre garotos e garotas. Dessa vez, porém, houve uma sensível mudança. Enquanto eu estava em Delhi aprendendo a ser malandro, a faculdade do Sankalp promoveu uma excursão com os alunos e, graças a isso, garotos e garotas se enturmaram mais e eu percebi isso claramente. Ainda assim, por ordem da diretoria, na sala de aula os meninos ficam de um lado e as meninas de outro.
Fiquei três dias em Ashta com Sankalp e seus amigos. Não fizemos nada de especial, não fomos a nenhum outro lugar. Apenas vivi a vida de garotos indianos que estudam numa não reputada faculdade de engenharia, moram numa república e não têm muito o que fazer na cidade - Ashta não passa de uma vila rural, na verdade. Novamente eu estava na Índia tradicional, onde, diferentemente de Delhi e do que vi depois em Mumbai, os costumes e tradições da sociedade em volta falam mais alto, embora os estudantes sonhem em quebrar os costumes. Mesmo assim, a cerveja não faz parte do imaginário deles, ainda - no final da tarde, o famoso chá indiano. Num desses momentos de chá ocorreu uma coisa bem curiosa, quando começamos a filosofar sobre as religiões no mundo. O mais curioso nisso é que estávamos eu (a parte cristã da discussão, já que sou de um país cristão), Sankalp, que é hindu, e seu amigo Mushtaq, que é muçulmano. A conversa estava tão empolgante que tivemos que nos auto-interromper senão perderíamos a hora...
E sim, estando em Ashta, embora parte dos alunos da faculdade já me conhecessem, eu voltei a ser um completo ET. Dentro da faculdade eu tinha que parar a cada metro, pois toda hora vinha um estudante querendo saber quem eu era, por que estava ali etc... Um dos funcionários da faculdade, cuja esposa prepara marmita sob encomenda para os alunos, insistiu para que eu fosse à sua simples casa para tomar um café da manhã. Não recusei, claro, e na manhã seguinte fui a sua casa, realmente bem simples. Tomamos chá com biscoito, conversamos um pouco (ele não falava inglês direito, mas Sankalp estava junto e serviu de tradutor) e fomos embora.
Apenas para relembrá-los, enquanto estive em Pune e Mumbai com meus amigos eu revivi a vida indiana com tudo que tive direito. Ou seja... tudo aquilo que vocês já sabem em relação às refeições e ao uso do banheiro...
Bom, no sábado à noite, dia 12 de abril, peguei um ônibus para Mumbai, finalmente. Um dos amigos do Sankalp veio junto, o que me deu mais conforto, já que ele poderia me ajudar quando chegássemos em Mumbai. A viagem durou cerca de sete horas e chegamos na maior cidade indiana assim que o sol raiou. Mas, como já muito me alonguei aqui, fica para o próximo depoimento!
Om Shanti Om

12 de abril de 2008

Presidente indiana chega ao Brasil neste sábado


Presidente indiana chega ao Brasil neste sábado

da France Presse, em Nova Déli

A presidente da Índia, Pratibha Patil, visitará o Brasil a partir deste sábado para reforçar as relações entre os dois países, anunciou o ministério das Relações Exteriores indiano.

A viagem também levará a presidente indiana ao Chile e ao México, que ao lado do Brasil são os três sócios mais importantes da Índia na região, segundo Nalin Surie, alto funcionário da chancelaria.

"Apesar das distâncias geográficas, a interação entre Índia e estes países está crescendo muito rápido", explicou à imprensa.

O Brasil é o maior sócio comercial da Índia na América Latina.

O comércio bilateral superou três bilhões de dólares e a meta é chegar a 10 bilhões em 2010, segundo anunciou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma visita a Nova Déli em junho do ano passado.

Brasil e Índia também são parceiros em outras áreas, como nas reuniões da Organização Mundial do Comércio (OMC), dentro do G8 e na ONU, lembrou Surie.

Esta será a primeira visita ao exterior da presidente Patil desde que foi eleita em julho. Ela será acompanhada por muitos empresários indianos.

Depois do Brasil, Patil visitará México e Chile, nesta ordem.

"Esperamos assinar pelo menos dois acordos em cada país" concluiu Surie.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Pratibha Patil, que vem visitar o Brasil em primeiro
lugar dentre todos os outros países!

Colaborou e comentou: Mauricio Kanno

Incredible Pratibha Patil!

Om Shanti

New Delhi eh Tudo de Bom!!


Namaskar

36 horas em Nova Déli: Mais moderna, capital da Índia tem belíssima arquitetura e contrastes

SOMINI SENGUPTA
New York Times Syndicate


Um centro de poder há mais de mil anos, a cidade-Estado de Déli é uma sobrevivente de conquistas e mudanças. As dinastias Lodi e Mughal governaram esta área, assim como os britânicos, até ser novamente transformada pelos refugiados da partição.


Hoje, o novo dinheiro conquistou a região, que inclui Nova Déli, a capital de uma Índia que está mudando rapidamente. A alta dos aluguéis colocou uma loja Swarovski onde antes ficava uma pequena livraria independente, e, no mesmo mercado, uma loja chamada It's All About Bling vende brincos cheios de pontos brilhantes. Felizmente, muito da história notável sobreviveu, permitindo ao turista uma fácil viagem pelas dobras de sanfona do tempo.


Sexta-feira

16h - Tumba ao pôr-do-sol
Esta é uma cidade de ruínas e nenhuma está mais elegantemente preservada que a Tumba de Humayun, uma precursora do Taj Mahal e um dos primeiros exemplos da arquitetura Mughal. Construída nos anos 1560 pela esposa de Humayun, o segundo imperador Mughal, o mausoléu com domo possui um jardim elaborado, contendo tumbas de arenito vermelho, portões e uma mesquita (a entrada custa 250 rúpias para os estrangeiros, cerca de US$ 6 com o dólar valendo 41 rúpias). O melhor horário para apreciá-la é ao final dourado do dia.


20h - A arte do paladar
Para prosseguir na sobrecarga sensorial, siga ao Basant Lok Market, um movimentado shopping center de classe média em Vasant Vihar, no setor sudoeste, cuja principal atração é o restaurante Punjabi by Nature (Basant Lok Market, 11; 91-11-5151-6665;
www.punjabibynature.in). Tudo neste lugar é vistoso e grande, incluindo a comida. Experimente o aperitivo vodka gol gappa: pasteizinhos crocantes recheados com uma dose de vodca que explode na boca. Carnívoros: experimentem o cordeiro assado no forno tandoor ou o peixe tikka. Os vegetarianos terão que se virar com o brócolis assado no tandoor, bastante condimentado. Para pratos mais suaves que não sejam do Punjabi, vá ao mercado de Defence Colony e prepare-se para entrar na fila com outros fãs de comida no Swagath (mercado de Defence Colony, 14; 91-11-2433-7538; www.swagath.in), para pratos de frutos do mar do sul do país. Imperdíveis: lula com molho de manteiga e alho e pitu ao estilo de Chettinad. Um jantar para dois custa cerca de 2 mil rúpias, em qualquer um dos restaurantes (sem contar os vodka gol gappas).


22h - Sorvete na sobremesa
Para sobremesa, vá até uma das dezenas de vendedores de sorvete em frente ao Portão da Índia, onde balões, algodão-doce e o ar fresco proporcionam um agradável piquenique noturno.


Sábado

8h - Antiga glória

Tome logo cedo um táxi até o Forte Vermelho e mesquita Jama do século 17, horário em que são mais gloriosos. Dedique o restante da manhã para sentir a vida movimentada da cidade murada do imperador Shah Jahan, também conhecida como Velha Déli. Toda rua é um mundo próprio, dedicado a autopeças, convites de casamento ou temperos. Uma das mais animadas é a Bazar Kinari, um paraíso de artesãos repleto de armarinhos, lojas de contas e vendedores de turbantes de casamento vermelhos, juntamente com mansões decadentes. Este também é um retrato da economia da velha Índia, com carregadores transportando de tudo, de saris a bananas, sobre suas cabeças.


13h - Expresso Trans-Déli
O caos da velha cidade se dissolve na estação Chandni Chowk novinha em folha do metrô de Déli. Oito minutos e 8 rúpias depois, você está na estação Rajiv Chowk, no coração moderno da cidade, Connaught Place. Redes de varejo estão rapidamente tomando os imóveis com colunatas do início do século 20, apesar de ainda restarem várias livrarias, joalherias e lojas de armas independentes -assim como várias opções para almoço. Poucas superam o bufê do 1911 Restaurant no Imperial Hotel (Janpath; 91-11-2334-1234;
www.theimperialindia.com). Por 3 mil rúpias para duas pessoas, é possível escolher entre lula cozida, salada de rúcula e tiramisú. Para pratos regionais incomuns, experimente o Mosaic (Connaught Place, M 45/1; 91-11-2341-6842). Os pratos incluem camarão de Bengala cozido no vapor com coco e espinafre picante do sul da Índia com arroz.



15h - Loja de cítara
Para fazer a digestão, vá às compras. Para toalhas de mesa, acolchoados ou kurtas, há o Fabindia (Connaught Place, B-28, Inner Circle; 91-11-4151-3371;
www.fabindia.com) e o Soma (Connaught Place, K-44; 91-11-2341-6003; www.somashop.com) em frente ao PVR Cinema. Moda boêmia chique é a especialidade do People Tree (Regal Building, Parliament Street, 8; 91-11-2334-0699; www.peopletreeonline.com) e, a poucos passos de distância, a lendária A. Godin & Company (Regal Building, Parliament Street, 1; 91-11-2336-2809) vende cítaras e tablas. Continue andando pela Parliament Street, passe por um amplo observatório chamado Jantar Mantar, até chegar ao local de discurso público da cidade. Quando o Parlamento está em sessão, grupos se reúnem para protestar ao longo desta rua, seja estudantes universitários contrário à ação afirmativa ou agricultores aflitos com os altos juros.


17h - Corredor da moda
Se quiser algo mais sofisticado, siga ao Lodi Colony Main Market para conferir dois dos estilistas mais inovadores da Índia: o subestimado Rajesh Pratap Singh e o excessivamente badalado Manish Arora. A Singh (Lodi Colony Main Market, 9;
www.pratap.ws) oferece uma paleta suave, com cortes enxutos e impecáveis -talvez enxuto demais caso você tenha quadril. Camisas masculinas e blusas femininas custam a partir de 6 mil rúpias. A Manish Arora (Lodi Colony Main Market, 3; 91-11-2464-8898; www.manisharora.ws) é audaciosa e vistosa; uma túnica de veludo preto com apliques de minúsculas peças de relógios custa pouco menos de 10 mil rúpias. Se preferir explorar o artesanato indiano, deixe de lado o corredor dos estilistas e prefira o Dilli Haat (Naraina Industrial Area, C-126; www.dillihaat.com), um bazar ao ar livre onde artesãos mascateiam de tudo, de meias tricotadas à mão a pinturas ao estilo de Madhubani.


20h - Gostos sofisticados
Os jovens, ricos e impacientes dispõem de muito mais bares do que antes. O Smoke House Grill (Vipps Center, Masjid Moth; 91-11-4143-5530) ocupa dois andares no bairro de Greater Kailash II e seu diferencial são os pratos defumados. Para os vegetarianos, as opções incluem ravióli de alcachofra defumada; para os outros, o frango defumado e sopa de erva-doce, ou pitu e lula ao alho com pimenta vermelha sutil. Se quiser um jantar apropriado, reserve uma mesa no andar de cima. O jantar para dois custa cerca de 5 mil rúpias. O cardápio do bar no andar de baixo é limitado, a menos que pretenda se empanturrar de mojitos de maçã (350 rúpias) e admirar o D.J. Cheenu.


23h - Coquetéis à beira da piscina
Para encerrar a noite, você pode atravessar o pátio escuro até o Kuki (Masjid Moth Complex, E-7; 91-11-2922-5241), uma discoteca da moda onde o couvert varia de zero a 2 mil rúpias por casal; nas sextas e sábados, "cavalheiros" sem companhia atraente são impedidos de entrar. Uma melhor opção é o reluzente bar Aqua à beira da piscina no Park Hotel (Parliament Street, 15; 91-11-2374-3000;
newdelhi.theparkhotels.com). Uma bola de discoteca paira sobre a piscina e a entrada é gratuita.



Domingo

9h - Retiro de iogues
O pièce de résistance da cidade, também seu pulmão verde, é o Lodhi Gardens, um santuário tranqüilo e gratuito para periquitos e namorados. O amanhecer é reservado para os iogues que saúdam o sol, burocratas influentes que fazem caminhadas e pombas e esquilos que bebem nas mesmas poças. Também há mais de 100 espécies de árvores e tumbas que remontam os anos 1400. Para um café da manhã e o jornal matinal, vá ao ChokoLa (Khan Market, 36; 91-11-4175-7570), um café adorável no Khan Market com serviço de má qualidade. Para um último kebab, vale a pena fazer alguma hora até que o Khan Chacha, um quiosque dentro do mercado, abra suas portas (Khan Market, Middle Lane, 75; 91-98106-71103). A especialidade é o rolinho kathi, recheado com frango, carneiro ou queijo panir, talvez a lembrança mais saborosa desta nova cidade velha.


Informações básicas
O Aeroporto Internacional Indira Gandhi (
www.newdelhiairport.in) está passando por uma grande reforma, então prepare-se para um caos maior do que o habitual.


As diárias de hotéis recentemente subiram às alturas. Se gastar dinheiro não for problema, fique no ultramoderno Park Hotel em Connaught Place (Parliament Street, 15; 91-11-2374-3000; newdelhi.theparkhotels.com). Ele possui um bar à beira da piscina e quartos modernos que costumam custar a partir de 16 mil rúpias, cerca de US$ 390 com o dólar valendo 41 rúpias, mas com descontos online.


A Thikana (Gulmohar Park, A-7; 91-11-4604-1569; www.thikanadelhi.com) é uma nova pensão elegante com móveis e acessórios modernos e refeições caseiras a pedido. Diárias dos quartos duplos a partir de 4.500 rúpias. O único inconveniente é a localização: ela fica em uma importante via sempre congestionada.


O Jor Bagh 27 (Jor Bagh, 27; 91-11-2469-8475; www.jorbagh27.com), com 18 quartos, é tão básico a ponto de ser estéril, mas fica em frente ao Lodhi Gardens e à Book Shop (Jor Bagh Market, 13/7; 91-11-2469-7102), talvez a livraria mais aconchegante do país. Quartos duplos a partir de 3.500 rúpias.


Apesar de todas as mudanças, Nova Déli continua sendo uma cidade de contrastes, então prepare-se para cenas violentas de miséria. Entre as caridades que trabalham com animais estão: People for Animals http://www.peopleforanimalsindia.org/ E-mail: pplforanimals@nic.in Tel.: 1800-11-2121; Frendicoes SECA http://friendicoes.org/



Tradução: George El Khouri Andolfato

Fonte: UOL Viagem



Com o Indiagestão você viaja sem pagar nada e fica conhecendo TUDO que ha de melhor!




Incredible New Delhi!


Om Shanti




11 de abril de 2008

Ibira se Reabastecendo :)


Esta foi a primeira vez que Ibira iria experimentar uma Dosa, comida tipica de Tamil Nadu.


Ele adorou a Masala Dosa e limpou o prato :)


Ibira ficou feliz ao ver a variedade de alimentos vegetarianos disponiveis no MacDonald's da India.

Nesta foto ele esta degustando um Mac Veggi.

Ibira comendo so com a mao direita, sem mesa nem cadeira, de pernas cruzadas, totalmente a la indiana!

Deve-se pegar o curry com o pao e levar diretamente a boca.

O dificil eh quebrar o pao utilizando so a mao direita, mas Ibira aprendeu rapido!


Namaskar

Eh claro que para aguentar tantas peripecias aqui na Incredible India, o nosso viajante favorito - Ibira, tem que reabastecer o estomago de tempos em tempos :)

Incredible Ibira!

Om Shanti

Menina com 2 Rostos eh Venerada como Deusa








Namaste

Menina nascida com dois rostos é a reencarnação da “Deusa da Ordem Moral” - comemoram os indianos

Uma menina nasceu com dois rostos no Norte da Índia.

O nascimento atraiu grande número de fiéis ao local, já que o bebê está sendo considerado a reencarnação da deusa Durga - deusa que preserva a ordem moral.

O caso da menina Lali - duplicação craniofacial - é raro. A cabeça da menina tem duas faces. À exceção das orelhas, tudo é duplicado: dois narizes, dois pares de lábios e quatro olhos. Lali bebe leite pelas duas bocas e abre e fecha todos os olhos ao mesmo tempo. Segundo os médicos, a indiana tem um bom quadro de saúde e não apresenta dificuldade respiratória.

As pessoas fazem fila para tocar os pés da menina atrás de bênção. Chegam a oferecer dinheiro para a família em troca de bom presságio.


Fonte: http://oglobo.globo.com

Incredible India! (slogan do governo indiano)

Om Shanti

10 de abril de 2008

Mais um Casamento Indo-Brasileiro








A noiva deve manter os olhos sempre para baixo.



O noivo deve fazer alguns rituais sozinho (sem a noiva).



A noiva deve fazer alguns rituais sozinha (sem o noivo).


Namaste

Acabo de retornar da cidade de Lucknow onde fui assistir a mais uma cerimonia de casamento entre uma brasileira e um indiano.

Os leitores mais antigos do Indiagestão devem lembrar-se do depoimento do Dr. Santosh Kumar, Um Indiano no Brasil http://indiagestao.blogspot.com/2007/04/um-indiano-no-brasil.html feito aqui no Indiagestao no dia 3 de Abril de 2007 e que gerou 10 comentarios. Pois bem, foi justamente o casamento do Dr. Santosh que me levou a Lucknow.

O Dr. Santosh eh um conhecido de longa data e com certeza eu nao poderia deixar de ir a seu casamento.

Este foi o terceiro casamento entre uma moça brasileira e um rapaz indiano somente nestes primeiros meses de 2008, imagine so ate o fim do ano!!

A globalizacao e o “encurtamento das distancias” graças a Internet tem aproximado cada vez mais as brasileiras dos indianos e isso tem dado muito samba ;)

Santosh eh hindu e sua esposa Marcia eh evangelica e trabalhava com isso em Mumbai.

Este eh o quarto casamento entre um rapaz hindu e uma brasileira evangelica de que tenho conhecimento; o que prova que religiao nao eh problema ou barreira para o amor!

Ambos estavam lindos em suas roupas especiais de casamento e alguem mencionou que pareciam Jodhaa Akbar, em referencia ao filme recem lancado nos cinemas indianos.

Apos a cerimonia religiosa hindu, que sempre eh feita com os noivos e o sacerdote sentados no chao, foi servido um delicioso jantar vegetariano; e confesso que nao resisti ao delicioso Dal Makhani e acabei repetindo :)

A surpresa gastronomica ficou por conta dos bolinhos de queijo! Estavam MARAVILHOSOS!!!

Que todos os deuses e deusas abencoem mais esta uniao inter-cultural, inter-racial e inter-religiosa, e que fique provado de uma vez por todas que para o AMOR, simplesmente nao ha barreira alguma!!

Incredible Love!

Om Shanti