4 de março de 2009

Jornalistas da Índia são presos por publicarem artigo sobre preconceito contra gays islâmicos

Namaskar

Por: Sérgio Oliveira

No último dia 5 de fevereiro, o jornal indiano Statesman publicou um artigo que descontentou os líderes islâmicos e resultou na prisão do editor Ravindra Kurnar e do dono do jornal, Anand Sinha. O artigo criticou os preceitos islâmicos ressaltando o preconceito e a falta de liberdade enfrentados diariamente por mulheres e homossexuais que seguem a doutrina. De acordo com a agência de notícias Reuters, os jornalistas estão sendo acusados de "deliberados atos maliciosos que ultrajam os sentimentos religiosos".

Intitulado "Porque devo respeitar as religiões opressivas?", o texto foi escrito pelo britânico Johann Hari, do jornal britânico The Independent, e reproduzido no Statesman, que é publicado em inglês. Além de criticar a religião, os artigo também diz que as Nações Unidas são coniventes com essa opressão. Segundo o artigo, a entidade só costuma intervir quando há algum interesse econômico envolvido.

Após pagarem fiança, ambos foram libertados, porém responderão o processo em liberdade.


Colaborou: A. Franco

Incredible India!

Om Shanti


4 Comentários:

  1. San querida, Nao aguento mais esse "povo". Tudo eh problema...chega a ser muito depressivo...to fora. Que mudem de religiao...ou se mudem para um mumdo mais moderno, ninguem aguenta! OM SHANTI Lana.

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  2. Olá Sandra...
    Achei a noticia bem moderna e sincera, expondo o ponto de vista de quem a escreveu...

    Não sei se estou enganada mas isso é uma inovação, pois pelo que você fala a India não é um pais tão liberal que se possa fazer criticas desse tipo abertamente!

    Beijos e sorte no blog e na sua vida.

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  3. Oi! Acho que esqueci de mandar a fonte de onde tirei essa notícia: www.mixbrasil.com.br

    Fiquei sem graça agora... :$

    Mas acho que ainda está em tempo!

    Namaskar!

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  4. Por trás da ONU tem muito sujeira, e isso que mais me desanima: não temos uma entidade de poder e reconhecimento mundial totalmente justa.

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