Produzida pelo fotógrafo Sharad Haksar para a agência publicitária 1pointsize, a série de fotografias Brand Irony alerta para o uso indiscriminado da publicidade às marcas das grandes multinacionais que, num país pobre como a Índia, chega a ser insultuoso. Trabalho pleno de criatividade, humor e ironia.
Sadhu com sua panela de coleta de donativos com uma etiqueta da Mastercard.
Indiano sem dentes na frente de uma propaganda do creme dental Colgate.
Propaganda da Coca Cola escrito em ingles "Beba Coca Cola" em um pais onde se quer ha agua potavel para se beber. A bomba manual de agua (de cor azul) eh instalada nas ruas na tentativa de suprir a crescente demanda por agua potavel na India.
Propaganda da Nike dizendo "simplesmente faça" e menino indiano urinando na rua com um cao a observar.
Desrespeitoso ou engracado????
Fonte: Obvius
Incredible
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Eu acho uma falta de respeito. Esses indianos só são usados para que o fotógrafo ganhe dinheiro a custa deles.
ResponderExcluiracho q e nao e politicamente correto,depois eles nao querem que os outros critiquem se eles mesmos se zoam,apesar de que realmente e impossivel que a india passe despercebida em relacao a esta penuria social lamentavel e chocante....
ResponderExcluirEngraçado.
ResponderExcluirJá vi essas fotos no album de fotos do orkut de um indiano.
Prezada Sandra,
ResponderExcluirQuando vejo uma fotografia dessas não fico indignada com o fotógrafo. Vejo que ele cumpre sua missão de retratar a vida.
Fico indignada é de saber que há uma maioria da população deste vasto mundo vivendo com tanto “sem”: sem higiene, sem comida, sem trabalho, sem acesso à educação, à saúde, à moradia. Isso tudo é DESRESPEITO ao ser humano.
Não digo que é ENGRAÇADO. É irônico. Sarcástico. O fato. Não a foto.
Será que, se não houvesse tanto desperdício por parte dos que têm mais do que o suficiente, a situação destes “fotografados” não poderia ser melhor?
Parabéns pelo seu blog. Às vezes, INDIGESTO, no cumprimento de seu propósito.
Terezinha Pereira ( mineira, de ALMA CARIOCA)
Nem desrespeitoso, nem engraçado. Esse trabalho do fotógrafo indiano Sharad Haksar é uma manifestação de ativismo social a ser respeitada. Ações semelhantes à dele já há alguns anos vêm ganhando a denominação de mídia tática e midiativismo. A ideia é reverter informação e arte em mobilização, compartilhando as experiências de resistência às múltiplas formas de opressão. Sem esquecer que esse tipo de movimento ganhou força com a internet que possibilitou que as ações e intervenções urbanas ganhassem o mundo. As fotos de Haksar foram expostas em outdoors e cada uma tem um propósito diferente, leva uma bandeira de luta, além da oposição à forte ação publicitária das grandes corporações. A da Coca-Cola, por exemplo, foi uma denúncia sobre a escassez de água sofrida pelas comunidades que vivem nas proximidades dos locais de engarrafamento da Coca-Cola em toda a Índia. Algumas fábricas consomem a água subterrânea deixando os moradores da região na seca e para completar ainda poluem o restante da água e do solo. Talvez o trabalho em questão possa sofrer questionamentos já que foi encomendado, mas a verdade é que manifestações desse tipo têm despertado a atenção da população, mobilizado as comunidades e alcançado resultados concretos.
ResponderExcluirÉ desrespeitoso professora Sandra, vermos como zoam e se divertem as custas de um povo pobre e de cultura milenar totalmente distinta a nossa cultura ocidental!! Fico sim indignada por estarem expondo indevidamente imagens de pessoas de coração puro que apenas tem outro conceito de vida que nós e que nem por isso são inferiores. Precisamos respeitar as nossas diferenças e partilharmos mais tudo que temos!!
ResponderExcluirum forte abraço professora!!
Acho que o fógrafo quiz mostrar os dois lados da moeda, a realidade desrespeitosa com que os indianos vivem mas de forma engraçada rsrsr tiro o chapéu par ele, bjs sandrinha!
ResponderExcluirIsso é irônico, Sandra
ResponderExcluirO fotógrafo também é um artista, sobre o cotidiano de algum lugar no mundo nesse caso usando as grandes marcas do capitalismo e vende isso.Nas Artes visuais, o público julga e analisa a obra do artista, se foi boa, engraçada, irônica ou ofensiva.A arte é livre e jamais deve ser vendida, somente sentida, ouvida, degustada, tocada, cheirada e vista
Cara Sandra: estamos lançando no Brasil este livro da escritora indiana Abha Dawesar. O lançamento será este final de semana em São Paulo e Campinas. Veja mais em www.saeditora.com.br
ResponderExcluirVocê poderia divulgar em seu blog?
Abrs, Eliana Sá/Sá Editora
Pense em todas as suas fantasias sobre
a Índia e este livro lhe dará muito mais!
BABYJI
Abha Dawesar
Anamika, ou Babyji, vive em Nova Délhi. Na escola, ela se destaca: é a representante de classe e a melhor aluna de Física Quântica. Em casa, lê o Kama Sutra às escondidas. Sedutora, tenta sempre parecer madura, provocando homens e mulheres, sejam jovens ou mais velhos do que ela.
Ávida de experiências e de saber, questiona a justiça e a relevância do sistema de castas indiano, o conservadorismo, a homossexualidade e a religião.
Mas será através do sexo que ela vai encontrar algumas das respostas que procura. Desafiando as regras de um país onde a sexualidade se expressa em padrões rígidos, embarca numa série de romances: de uma sofisticada mulher mais velha, à empregada da casa dos pais; empenha-se também em seduzir uma das colegas mais cobiçadas pelos garotos da escola, enquanto se comporta como uma verdadeira "Lolita" para um amigo de seu pai.
Singular e transgressora como todos os que buscam a verdade sobre si próprios e o mundo, Anamika confronta-se com questões capazes de abalar pessoas bem mais velhas do que ela. Vejamos se será capaz de vencer tão imensos desafios nos quais se joga tão precocemente...
Pense em todas as suas fantasias sobre
a Índia e este livro lhe dará muito mais!
BABYJI
Abha Dawesar
Anamika, ou Babyji, vive em Nova Délhi. Na escola, ela se destaca: é a representante de classe e a melhor aluna de Física Quântica. Em casa, lê o Kama Sutra às escondidas. Sedutora, tenta sempre parecer madura, provocando homens e mulheres, sejam jovens ou mais velhos do que ela.
Ávida de experiências e de saber, questiona a justiça e a relevância do sistema de castas indiano, o conservadorismo, a homossexualidade e a religião.
Mas será através do sexo que ela vai encontrar algumas das respostas que procura. Desafiando as regras de um país onde a sexualidade se expressa em padrões rígidos, embarca numa série de romances: de uma sofisticada mulher mais velha, à empregada da casa dos pais; empenha-se também em seduzir uma das colegas mais cobiçadas pelos garotos da escola, enquanto se comporta como uma verdadeira "Lolita" para um amigo de seu pai.
Singular e transgressora como todos os que buscam a verdade sobre si próprios e o mundo, Anamika confronta-se com questões capazes de abalar pessoas bem mais velhas do que ela. Vejamos se será capaz de vencer tão imensos desafios nos quais se joga tão precocemente...
Ultra desrespeitoso!
ResponderExcluirSan querida, Nao acho falta de respeito e nem engracado...Acho incrivel como as marcas chegam ate estes fins de mundo! Bjs, OM SHANTI Lana.
ResponderExcluirpra eles pararem de mijar na parede e so colocar uma foto do lord Shiva, Ganesha, Krisna nas paredes!!
ResponderExcluirIncredible India!!
Olha eu aki de novo professora... quero apenas complementar minha opinião já publicada anteriormente. Quanto ao comentário da pessoa acima "a arte ser livre e simplesmente arte" vai ai o conceito de arte segundo o dicionário Aurélio da Língua Portuguesa: O conceito de arte é extremamente subjetivo e varia de acordo com a cultura a ser analisada, período histórico ou até mesmo indivíduo em questão. Portanto volto ao meu comentário anterior e reafirmo que precisamos respeitar as nossas diferenças e partilharmos mais tudo que temos!!
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