19 de abril de 2013

India eh o 4 PIOR pais do Mundo para as Mulheres

Mulheres Indianas


Namaste

Se voce acha que eu exagero, aqui esta a prova de quanto eh dificil morar na India sendo mulher. Como eu sou casca grossa, ninguem tira farinha pro meu lado. Mas voce que vem pra ca toda boazinha, toda delicada, dando sorrizinho pra indiano safado vai se dar MUITO mal. Ate leitoras interadas e inteligentes do Indiagestao, com diploma universitario e mestrado entram pelo cano aqui. Imagine so as desavisadas!

Os piores paises do mundo para as mulheres sao:
1. Afeganistao (Asia)
2. Congo (Africa)
3. Paquistao (Asia)
4. India (Asia)
5. Somalia (Africa)

Resumindo: se voce nao for casca grossa como eu, eh melhor se manter bem longe da Asia e da Africa.
http://noticias.r7.com/internacional/fotos/conheca-os-cinco-paises-mais-perigosos-para-mulheres-no-mundo-06022013?foto=1#fotos

O governo indiano esta pouco se lixando para as estatisticas internacionais. A filosofia eh nao mudar time que esta ganhando, e o machismo esta ganhando ja ha 5 mil anos neste fim de mundo.

Leia:
Índia: “um terrível lugar para nascer mulher”

“Mulher indiana sofre e a sua consciência tortura-a”
Na Índia, o nascimento de crianças do sexo feminino é um desaire para a família, incluindo para a própria mãe, para a qual, pior do que as dores do parto, é o facto de saber que deu à luz uma menina. Os olhares, vozes e gestos dos membros da sua família e comunidade são de repúdio, consternação e incúria. Muitas parturientes de meninas são negligenciadas, maltratadas e, inclusivamente, abandonadas pelos seus maridos.

De acordo com a UNICEF, o distrito de Shravasti constitui a pior região indiana para nascer mulher. No “Global Gender Gap Report 2007”, a Índia ocupa a 114ª posição, num conjunto de 128 países: a igualdade na educação, a saúde e a economia são muitíssimo débeis no país.

Para a sociedade indiana, a mulher representa um pesado encargo financeiro, uma vez que, aquando do casamento, a família da noiva terá de efectuar o pagamento do dote. Na verdade, o sistema tradicional do casamento indiano determina que “as raparigas deixam a casa dos seus pais permanentemente no dia do seu casamento” para integrar o núcleo familiar do seu marido, acompanhadas por um “montante significativo”. Não obstante a ilegalidade do dote – desde 1960 –, este é uma prática corrente entre os indianos, e fundamente nefasta para a mulher. Nela, vêem somente o dispêndio de cifrões em vez da sua identidade própria, confinam-na ao menosprezo e à segregação, cerceiam os seus direitos fundamentais.
“Ouço-as gritar dentro de mim: mamã não me mates!”


Na índia, bem como no Paquistão e na China, o infanticídio e o feticídio femininos são amplamente praticados. Por meio de “um processo psicológico que a comunidade desenvolve”, as indianas são instigadas a matar as suas próprias filhas. A pressão recai sempre na mãe da criança, consideradas, frequentemente, culpadas pelo nascimento de uma rapariga – “há cada vez mais sogras a queimar as noras vivas”. Por isso, muitas indianas matam as suas filhas antes ou após o parto. Com o desenvolvimento tecnológico, muitas recorrem à selecção pré-natal do sexo da criança no sentido de evitar o nascimento de meninas. Este recurso redunda, frequentemente, no feticídio feminino. Na Índia, estima-se que cerca de 10 milhões de fetos femininos foram abortados nos últimos 20 anos. A erradicação de tais práticas exige uma mudança de atitudes, o banimento das barreiras mentais edificadas pelo patriarcado e nutridas pela pobreza e fechamento intelectual. Secundando a especialista em Política Social da UNICEF, Rama Subrahmanian, “não é possível para estes lugares não mudar. Mas a absorção no mainstream não acontece rapidamente”.

Anabela Santos.


Colaboraram: Esther Tavares e Cidinha Moraes


Incredible India! (slogan do governo indiano)

Om Shanti e Ahimsa

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