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03 abril 2008

Jodhaa Akbar


Princesa em Bollywood, esperança em Hollywood

Por ANUPAMA CHOPRA

MUMBAI - Em outubro passado, Aishwarya Bachchan se deparou com uma escolha difícil. A estrela de Bollywood poderia ficar em Los Angeles para concorrer a um papel principal no novo filme de Will Smith, "Seven Pounds", ou voltar para casa em Bombai para celebrar o Karva Chauth, um jejum cerimonial de um dia que as mulheres casadas hindus observam como uma prece pela vida e saúde de seus maridos. (A observância desse costume é nova para Bachchan; ela se casou em abril com o ator Abhishek Bachchan, filho do astro de cinema indiano Amitabh Bachchan, uma união que levou a revista Time a descrever o trio como "Bollywood's Father, Son and Holy Babe", algo como "O pai, o filho e a estrela santa de Bollywood").

Por fim, Bachchan escolheu voltar para Bombai e passar fome com um sorriso. Os canais de TV nacionais deram manchetes para a cobertura do primeiro Karva Chauth da atriz. Dois meses depois, ela encolheu os ombros durante uma entrevista ao falar sobre a oportunidade perdida em Los Angeles. "Você faz o que tem de ser feito", disse ela. "Ficar dividida e infeliz, me sentir confusa ou culpada não é o que eu quero para para mim. Então fazemos nossas escolhas e as seguimos. Algumas coisas você consegue, outras não."

Este mês Bachchan traz um pouco dessa clareza e tradicionalismo para um papel que ela nasceu para intepretar: o da rainha Jodhaa, no suntuoso drama histórico "Jodhaa Akbar". O filme de US$ 10 milhões é uma das maiores produções de Bollywood este ano. Foi lançado mundialmente na sexta-feira, em mais de 115 cinemas só nos Estados Unidos, transformando-se na maior estréia americana de um filme indiano em toda história.

"Jodhaa Akbar" tem como tema o dilema quintessencial dos indianos: o casamento arranjado. Passado no século 16, o filme explora o casamento entre o grande imperador mongol Akbar, um muçulmano, e sua esposa hindu Jodhaa.

Os historiadores descrevem a união como uma aliança política, mas nas mãos do diretor do filme, Ashutosh Gowariker, a história se transformou em "um romance épico com uma boa dose de batalhas, política de harém e intrigas", disse ele em uma entrevista por telefone. Gowariker, cujo filme de época "Lagaan: Era uma Vez na Índia", lançado em 2001, foi indicado para um Oscar por melhor filme estrangeiro, não pretende que o filme seja acurado do ponto de vista factual, mas insiste que está "imbuído de verdade histórica".

Ele escolheu Bachchan para interpretar a rainha porque, segundo ele, "Aishwarya é uma princesa de quadrinhos com um ar de dignidade, elegância e pureza". Para o papel de Akbar, Gowariker queria alguém com "o físico de um guerreiro e o rosto de um herói romântico", e escolheu outro superastro de Bollywood, Hrithik Roshan.

Gowariker diz que conseguiu um elenco dos sonhos, o que, pelo menos no que diz respeito ao apelo de bilheteria, parece correto. Ambos os atores, roubando a frase que Pauline Kael inventou para descrever Michelle Pfeiffer, são "paradisiacamente belos", além de astros consagrados. Com suas feições etnicamente indetermináveis e inglês impecável, Bachchan e Roshan podem se tornar os primeiros astros indianos internacionais.

Bachchan já fez um progresso considerável nesse sentido. Ela é a garota-propaganda internacional da L'Oreal e da Longines, além de ser uma presença glamourosa constante no Festival de Cinema de Cannes; em 2003 ela se tornou a primeira atriz de Bollywood a participar do júri. Em 2004, entrou para a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time.

Até agora os projetos internacionais de Bachchan - "Bride & Prejudice", "The Mistress of Spices" e "The Last Legion" - causaram rebuliço de crítica e bilheteria, mas com seu casamento bem-sucedido, campanhas de marcas de primeiro escalão, e com os melhores projetos de filmes indianos, ela continua ganhando a atenção internacional.

Smith, que queria convidá-la para trabalhar em "Hitch", mas não pôde por causa dos conflitos de agenda, continua um admirador ardoroso. "Ela tem uma energia poderosa com a qual não precisa dizer nada, fazer nada, ela só precisa estar ali", disse o ator durante uma entrevista à BBC em fevereiro de 2006. "Qualquer coisa que ela fizer, eu vou assistir".

Em breve Bachchan poderá ser vista em "A Pantera Cor-de-Rosa 2", em que o inspetor Clouseau, interpretado por Steve Martin, se reúne a uma equipe de detetives internacionais para capturar um ladrão com uma queda por artefatos históricos.

Seu coadjuvante em "Jodhaa Akbar", Roshan, de 33 anos, rejeitou um papel no mesmo filme por se tratar de um papel menor.

Numa entrevista em Bombai, Roshan deixou claro que apesar de estar "tentando Hollywood com afinco", não vai "fazer um filme só porque é Hollywood."

Hollywood e Roshan estão flertando desde que ele estourou em Bollywood com o filme "Kaho Na Pyar Hai", em 2000. O filme, dirigido e produzido por seu pai, Rakesh Roshan, foi muito bem nas bilheterias e catapultou o ator novato para o status de superastro na Índia.

Em 2002, a edição americana da revista de cinema GQ publicou um perfil dele intitulado "A pessoa mais famosa da qual você nunca ouviu falar", e rumores de um projeto com Tarsem Singh, o diretor de "A Cela", nascido na Índia, e com Jennifer Lopez, rodaram por toda imprensa indiana. Mas o projeto não aconteceu, assim como uma série de outras propostas que, por razões diversas, Roshan descartou. Todavia, em outubro passado ele deu o primeiro passo concreto na direção de uma carreira em Hollywood, assinando um contrato com a Brillstein Entertainment Partners em Los Angeles.

Apesar de seu estrelato global (Bollywood tem uma audiência anual estimada em 3,6 bilhões em todo o mundo), não será fácil para Bachchan e Roshan entrarem em Hollywood. As duas indústrias cinematográficas estão fazendo alianças (no ano passado a Sony Pictures Entertainment lançou sua primeira produção em hindi, "Saawariya"), e alguns nomes indianos como Mira Nair, Kal Penn e Shekhar Kapur estão diversificando a paisagem de Hollywood. Mas ainda assim, por diferentes motivos, nenhum ator conseguiu fazer a transição de Bollywood para Hollywood com sucesso.

As agendas e expectativas são dificilmente conciliadas. As estrelas de Bollywood normalmente não querem atuar em papéis secundários nos filmes americanos, e simplesmente não há muitos filmes feitos em Los Angeles com indianos nos papéis principais.

"Você não quer sacrificar seu próprio reinado para se aventurar em outro lugar", disse Gowariker. "No entanto, um astro só pode ser internacional se for em língua inglesa."

Se Bachchan e Roshan conseguirem cruzar a fronteira, poderão se tornar os astros mais à moda antiga de Hollywood. Até se casar, aos 33, Bachchan (agora com 34), morava com os pais, fato que tanto Oprah Winfrey quanto David Letterman notaram quando ela apareceu em seus programas em 2005. ("Pelo menos não precisamos marcar uma data para jantar com nossos pais", ela respondeu alegremente a Letterman.) Agora que está casada, Bachchan mora com seu marido na casa dos pais dele em Bombai segundo a tradicao indiana.

Já Roshan, é casado com seu amor de infância. Eles tem 2 filhos, e também continuam morando com os pais dele.

Diferentemente de Bachchan, Roshan ainda precisa encontrar um filme hollywoodiano que combine com seu gosto e sua agenda. Atualmente ele está "quebrando o gelo", o que significa que está lendo dois roteiros por semana e dando retorno para seus agentes em Hollywood, para que eles possam "se conhecer melhor".

Ele disse estar esperançoso de que "Jodhaa Akbar" seja um primeiro passo para expandir a base tradicional de fãs de Bollywood, e a UTV Motion Pictures, co-produtora e distribuidora mundial do filme, está fazendo de tudo para ter certeza de que isso aconteça. Trailers do filme foram lançados mundialmente desde setembro.

"É claro que estamos contando com os espectadores do sul da Ásia", diz Siddharth Roy Kapur, diretor da UTV, em uma entrevista por telefone. "Mas este é o filme perfeito para qualquer um que tenha curiosidade sobre Bollywood. Ele tem dimensão, astros, drama, música e dança."

Tradução: Tradução: Eloise De Vylder

Colaborou: Dr. Nicolas

Incredible India!

Om Shanti

12 fevereiro 2008

Sobre a II Mostra de Filmes de Bollywood em São Paulo


Namaskar

No dia 8 de fevereiro (sexta-feira passada) coloquei no blog uma chamada para a II Mostra de Filmes de Bollywood em São Paulo.

Minha xará Sandra foi assistir alguns filmes e fez a gentileza de escrever suas impressões sobre o evento. Segue abaixo:

“Profª Sandra,
Veja as minhas impressões sobre a II Mostra de Filmes de Bollywood aqui em São Paulo.

Sábado. E lá vou eu para II Mostra de Filmes de Bollywood. Entusiasmada, cheguei cedo. Pensava cá comigo, lá encontrarei pessoas expert em filmes indianos. Indicariam filmes, falariam dos seus ídolos etc. Decepção. Não foi bem assim, as pessoas que abordava (sim! sim! meu entusiasmo era tamanho que abordei várias pessoas) conheciam menos que eu.
Na sala de cinema, cento e tantas pessoas sentavam confortavelmente nas poltronas. Sentei na última fileira. Pontualmente começou o filme Dilwale Dulhania Le Jayenge. Tudo bem, apesar da longa duração e uma legenda em português de arrepiar os cabelos.

Em seguida, passou um documentário muito bom sobre Bollywood, pena que curtinho.
Mais uma pequena pausa, e, finalmente o meu queridinho filme KRRISH.

Começa o filme. A platéia quieta. Na primeira lágrima derramada pelo ator. Risos. Na primeiro passo de dança. Mais risos. Os homens eram os que mais riam. Final do filme, os atores se debulhando em lágrimas e eu com a impressão que parte da platéia estava assistindo uma comédia. Coitadinho do meu queridinho Hrithik Roshan. Fui ao banheiro e lá encontrei uma rodinha de meia dúzia de mulheres. Interpelei: Gostaram do filme? Um coro se formou: A D O R E I. E O ATOR ENTÃO. LINDO! Fiquei feliz.

Lição do dia: só indique o filme KRRISH para mulheres. (pelo menos aqui no ocidente)
Domingo. Oito horas da noite. Começa o filme Chak De! Índia. A platéia um pouco menos numerosa. E eu na penúltima fileira atenta a reação das pessoas e no filme. Clima totalmente diferente do dia anterior. Senti que as pessoas se emocionavam, torciam. No jogo da seleção de hóquei contra as argentinas então... No meio do filme a minha direita ouvia soluços de choro. Final do filme. Unanimidade. todos acharam o filme lindo!

Lição do dia: indique o filme CHAK DE! ÍNDIA prá todo mundo.
Durante esta semana assistirei Jhoom Barabar Jhoom e Laaga Chunari Mein Daag - Journey of a woman.
Até mais,
Sandra.”

08 fevereiro 2008

30 abril 2007

Fim de Semana


Namastê

O fim de semana foi violento aqui na Índia.

Em Jaipur, no domingo, após o culto, o pastor Walter Masih foi espancado até quase a morte por 20 rapazes hindus mascarados que utilizaram pedaços de pau, porrete e instrumentos pontiagudos. O pastor está no hospital entre a vida e a morte.

Após o culto o pastor havia ido para casa almoçar com sua esposa e filha de 9 anos quando tocaram a campainha, ele abriu a porta para ver quem era e os rapazes mascarados já foram entrando e sentando porra e paulada no pastor. A esposa e a filha presenciaram tudo e estão em estado de choque.

O ataque deve-se ao fato do pastor na semana passada ter tentado fazer uma reunião de todos os cristãos (revival meeting). Mas os hindus cortaram os fios do microfone e caixas de som.

Ataques a pastores, padres, freiras em fim, cristãos em geral, é algo comum na Índia e pelo menos 1 dezena morre todos os anos por aqui. O governo indiano já proibiu a vinda de missionários mas eles continuam vindo as escondidas assim mesmo. Ser cristão é correr risco de vida por aqui. Eu as vezes saio as ruas com minha pequena cruz pendurada no pescoço, mas só faço isso em alguns lugares de Delhi, ainda quero escrever mais um pouco no Indiagestão ;)

***

4 indianos morreram em explosão no Iraque, que matou 70 pessoas em Baghdad.

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Deepak Behal um vendedor de sapatos de 24 anos de idade empurrou a noiva Mukta Chandolia do 5º andar da casa da moça 1 dia antes do casamento. Mikta morreu.

Deepak e sua mãe haviam ido a casa da noiva levar alguns presentes segundo o que manda a tradição hindu. A família da moça já havia dado 10 mil Rúpias para Deepak mas ele disse que era pouco e queria um dote de pelo menos 500 mil Rúpias. Houve então uma negociação e Deepk abaixou o dote para 300 mil Rúpias. Indignada, a moça subiu para seu quarto dizendo que não queria mais casar, Deepak a seguiu, bateu nela e a empurrou para sua morte.

O dote mata mais moças na Índia do que você possa imaginar. A lei proíbe o dote, mas a prática continua. Centenas de moças são assassinadas e mau tratadas por causa do dote. E é também por causa do dote que os pais de meninas as matam e cometem fetocídio. Ninguém quer ter filha mulher pois sabe que quando a dita cuja crescer terá que arcar com as despesas do casamento e principalmente com o famigerado dote. Matando as meninas ao nascerem, corta-se o mau pela raiz.

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Delhi, a capital do estupro mostra sua face novamente.

Desta vez o estupro aconteceu no famoso PALIKA BAZAR o shopping subterrâneo do CP (coração de Delhi). Todo turista que vem a Delhi vai ao CP e aproveita para fazer compras no Palika Bazar. Eu mesma já estive inúmeras vezes lá e já levei muitas brasileiras lá.

No sábado, ao meio-dia, dois rapazes que trabalham como vendedor na loja n.º 45 do Palika entraram no quarto de provas onde uma moça de 23 anos, mãe de família, estava experimentando uma roupa e a estupraram consecutivamente em rodízio por mais de 1 horas.

Os estupradores, Ashok e Narendra de 22 anos foram presos e vão responder processo por estupro coletivo (gang rape).

***

Inspirado no caso do beijo que Richard Gere deu em Shilpa, o juiz HK Shivastava chamou Aishwaria Rai e Hrithik Roshan para deporem dia 30 de maio em um caso de obscenidade por um beijo que eles deram no filme Dhoom 2 o primeiro filme indiano feito no Brasil (Rio de Janeiro), no ano passado.

Isto me faz lembrar que em 2001 um grupo de pessoas defensora da moral indiana queriam que todos os casamentos feitos nos filmes fossem considerados legais.

Segundo a tradição, aqui ninguém casa no papel, legalmente. São todos simplesmente amasiados pois o que importa para os indianos é o ritual religioso e mais nada. Casando no religioso já é o suficiente. Assim sendo, o grupo de defensores da moral entendem que as cenas dos filmes que mostram o casamento entre dois personagens, deve ser considerado legal e como os atores fizeram no filme todos os rituais de casamento, isso significa que estão legalmente casados!!!

Hehehehehe divertido, porém faz sentido e eu concordo! Sério mesmo. Acho um absurdo os indianos não casarem no civil, terem mais de uma esposa e depois ficarem falando mau dos ocidentais como fazem, dizendo que somos todos depravados etc. Promíscuos são eles que “casam” com crianças, com mais de uma esposa, que dividem ou alugam a esposa etc. Nem para ter a decência de casar no civil. E isto inclui TODOS, não é só hindu não.

Incredible Índia!!!!!

Om Shanti

03 julho 2006

Krrish



Namastê

A postagem abaixo não é minha, é da Reuters.


Versão Indiana de "Superman" é Sucesso de Bilheteria (Por Krittivas Mukherjee)

MUMBAI (Reuters) - A versão de Superman de Bollywood vem se mostrando um rival à altura do filme norte-americano, com analistas de mercado estimando que a produção indiana registre um recorde de 15 milhões de dólares na primeira semana em cartaz. Quase um terço da arrecadação de "Krrish" vem do exterior, a maior parte da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, onde a fábula de Bollywood é um programa favorito para os expatriados indianos.

"O primeiro super-herói da Índia é um superhit", disse Taran Adarsh, um analista do mercado. "Essa é apenas a primeira semana. Muitos cinemas estão com os ingressos esgotados por dias", afirmou.

"Krrish", que custou 10 milhões de dólares, foi considerado um filme caro nos padrões indianos. Conta a história de um homem com poderes especiais que enquanto se apaixona, salva o mundo de um cientista maluco. As crianças, principalmente, adoraram as habilidades do personagem em saltar de prédios altos em uma roupa de couro negra e uma máscara ao estilo de Batman.

Autoridades da indústria cinematográfica dizem que o filme é um enorme sucesso porque o herói pode lutar contra vilões e salvar o mundo enquanto dança e canta -- uma marca dos filmes indianos. "O filme é uma mistura do que o público indiano adora -- fantasia, aventura, romance e valores familiares", disse o crítico de cinema Deepa Gehlot.

"Krrish" é uma seqüência do sucesso de 2003 "Koi...Mil Gaya" (encontrei alguém), que é considerado o primeiro filme de ficção científica da Índia. "Krrish", interpretado pelo galã de Bollywood Hrithik Roshan, traz efeitos especiais espetaculares, além de números de dança e canto.

Colaboração: Elaine Predis

*****

Para quem não sabe, “Bollywood” vem da palavra “Bombay” antigo nome da cidade de Mumbai. Bombay + Hollywood = Bollywood!!! Invenção de indiano :-)

Ir ao cinema é uma das maiores diversões que se tem por aqui.

No meio do filme há um intervalo para se ir comprar amendoim.

Todos os filmes tem que ter pelo menos 4 cenas de dança (musicais) para agradar a galera indiana; e cá entre nós, as coreografias são MUITO lindas e super bem elaboradas!!!!

O melhor deste filme mesmo é o gostoso Hrithik Roshan. Nossa que homem lindo!!!! Aí se todos indianos fossem assim ...

Incrível Índia!

OM Shanti

Hilário!!! Veja esta cena musicada de um filme em hindi e divirta-se com a “interpretação” em português!!!! Ha, ha, ha, ha
http://www.youtube.com/watch?v=VjhO5CO2MzA