23 setembro 2008
Noticias
O prefeito da cidade de Ottawa no Canada quer homenagear M. K. Gandhi. Assim sendo, ele solicitou que uma rua ou avenida principal da cidade passe a ter o nome de Mahatma Gandhi.
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Tres (3) terroristas foram capturados em Delhi e confessaram seus planos de futuros ataques na capital da India.
Os 3 sao indianos muculmanos que foram treinados no Paquistao. Eles planejavam detonar 20 bombas em Nehru Place, uma area de comercio e de escritorios que fica no sul de Delhi.
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Pelo menos mais 12 casas de cristaos foram destruidas na cidade de Kandhmal, por fanaticos hindus.
Tres (3) igrejas foram atacadas e depredadas em Bangalore e tiveram seus altares vandalizados.
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Shilpa, uma indiana que casou-se em julho de 2007 com Abhinav pagou-lhe o dote de 18 lakh, mas o marido e sua familia queriam pelo menos mais 10 lakh e um terreno que o pai da moca possui.
Para conseguir o que queriam o marido e sua familia torturaram Shilpa, mentalmente, fisicamente e sexualmente. A moca em desespero foi a policia e pediu ajuda. Os policiais registraram o caso e um processo foi aberto contra o marido e sua familia.
Ontem saiu o veredito. Os torturadoes de Shilpa terao de pagar-lhe 40 lakh como compensacao por todo seu sofrimento.
Foi feita justica e eu confesso que mal posso acreditar!! Estarao os juizes indianos ficando menos machistas????? Tomara que sim, pois ate hoje a culpa recaia sempre nas mulheres e nunca havia justica.
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Uma aluna de 16 anos de idade foi estuprada na escola por 2 colegas de classe da mesma idade.
Um dos rapazes estupradores foi preso e o outro esta desaparecido.
Apesar de estar sangrando em profusao, eles ainda ameacaram-na "que coisas piores poderiam lhe acontecer" caso ela contasse para alguem sobre o estupro.
Olha caros leitores, voce ja sabe que os indianos nao gostam de colocar as meninas em escolas pois no final das contas elas se casam e o estudo de nada lhes serve. Quando este tipo de evento ocorre (o que nao eh raro), os pais retiram suas filhas da escola por seguranca nunca mais deixam que voltem a estudar.
Sao muito raras as escolas mistas, geralmente aqui na India as escolas sao so para meninos ou so para meninas inclusive em algumas faculdades. Somente as escolas publicas sao mista e no geral o numero de meninos estudando eh bem maior que o de meninas.
A verdade eh que os indianos NAO sabem criar os filhos e nao ensinam estes a respeitar as meninas desde pequeninos. O exemplo que eles veem em casa eh do pai batendo na mae e portanto eh isso que eles acreditam ser o correto.
A situacao entre meninos e meninas e homens e mulheres eh muito complexa nesta cultura milenar; e vai ser assim por muitos mais anos....
Incredible India!
Om Shanti
22 setembro 2008
Alerta
Namaskar
Repassando….
Governo indiano decide proteger mulheres abandonadas por maridos no exterior
Shilpi Singh
Nova Délhi, 19 set (EFE).- Sonhando com uma vida melhor no exterior, muitas mulheres da Índia se casaram com indianos da diáspora e terminaram como serviçais ou abandonadas a quilômetros de distância de seus familiares.
Alarmado pela freqüência destes casos, que uma fonte oficial estimou em 30 mil no ano passado, o Governo indiano tomou medidas para proteger estas mulheres dando-lhes apoio legal e financeiro.
Este mês, o Executivo aprovou uma série de medidas nesse sentido, como o registro obrigatório destes casamentos, a criação de um sistema mais eficaz de identificação e acompanhamento do emigrante - com a menção de seu estado civil no passaporte -, o aceleramento da Justiça e o veto à saíde de homens com causas pendentes na Índia.
Além disso, o Governo pretende melhorar os acordos de assistência legal com os países nos quais se encontram a maioria dos 25 milhões de indianos imigrantes. São eles: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, "onde o problema da rejeição às mulheres indianas é grave", segundo um comunicado oficial.
"O mais importante é que capacitamos várias organizações indianas no exterior para dar assistência legal às mulheres abandonadas, e, além disso, aprovamos uma ajuda financeira de mil dólares para cada uma", explicou à Agência Efe uma fonte do Governo indiano.
Conforme indicado, os litígios relacionados a esses casamentos são "muito complicados" já que "intervém o direito privado internacional".
Além disso, o Governo elaborou um livro de advertências no qual aconselha às famílias verificar os antecedentes do pretendente de suas filhas, para não serem enganadas sobre sua condição econômica, estado civil ou situação legal.
"O risco maior destes casamentos é que a mulher se encontra isolada, muito longe de casa, em terra estrangeira, com limitações do idioma, sem o apoio de sua família e amigos e sem conhecimento do sistema policial e legal", alerta o documento.
Na Índia, onde a maioria dos casamentos é arranjada pelos pais, há uma obsessão para que as filhas encontrem um "bom partido" que viva em países desenvolvidos, onde, esperam, possa ter uma vida melhor.
Isso permite aos pretendentes exigir que o dote, uma prática comum na Índia, chegue a milhões de rúpias.
"Em sua obsessão por enviar suas filhas para o exterior, os pais se preparam (para pagar) sem investigar os antecedentes do homem, e muitas vezes são enganados", disse à Efe um morador de Nova Délhi que tem uma parente que terminou casada com um expatriado procurado pela Justiça americana.
Singh conta que os indianos imigrantes preferem esposas de seu país de origem porque estas são mais submissas e, no fim, são melhores serviçais e cuidam da casa e dos sogros, embora, muitas vezes, também sejam vítimas de maus-tratos.
O porta-voz do Ministério do Desenvolvimento da Mulher e da Criança, N.C. Joshi, concorda e condena a "atitude egoísta" dos pais que "obrigam seus filhos a trazerem para casa uma nora que compartilhe de sua cultura e cuide deles na velhice", algo que as mulheres independentes de outros países não costumam fazer.
"Os homens se casam sob esta pressão e depois as abandonam", explica.
Inclusive, há registros de casos de indianas recém-casadas que chegam ao país de seu marido e descobrem que ele já tem outra esposa ou amante.
"Muitas vezes, eles as levam, tiram o passaporte delas ou não renovam seus vistos. Isso torna ilegal a estada dessas esposas no exterior", acrescenta Joshi.
E, como os casamentos dessas mulheres não são registrados, elas sequer podem apresentar uma prova que as ampare.
Também há casos de homens que desaparecem com o dote e não voltam, como prometeram, para pegar suas esposas. Há até "férias matrimoniais", como as que fazia Gurdev Singh, um indiano que vivia na Alemanha com uma esposa local e que chegou a se casar com três indianas e a desfrutar da lua-de-mel e dos dotes que recebeu.
Segundo informou uma fonte policial à agência "Ians", Singh foi detido na última sexta-feira, quando a Polícia, alertada por sua quarta esposa, Rajinder Kaur, entrou na cerimônia de seu quinto casamento em Punjab (norte). As outras duas esposas indianas sequer denunciaram o vigarista.
Fonte: G1
Colaborou: Isabel Cristina
Incredible India!
Om Shanti
08 setembro 2008
Troca-Troca


Namaskar
Voce se lembra que na semana passada eu fiquei no escuro das 10h00 ate as 19h00? Pois bem, veja so o que aconteceu...
Sem luz, indianos trocam noivas em casamento
Uma falta de luz em plena cerimônia de casamento em um templo hindu do sul da Índia, na região de Tamil Nadu, levou dois noivos a se casarem com as mulheres erradas, informou nesta sexta-feira a agência indiana PTI.
O incidente ocorreu na quinta-feira à noite no templo Sri Subramaniaswami da localidade de Periyakulam, quando era celebrado um casamento "em massa" - como é comum no sul da Índia -, no qual participavam cerca de 40 casais.
Justamente na hora de os noivos colocarem simultaneamente os "mangalsutras" (colares sagrados) no pescoço das noivas, um gesto que marca o fim da cerimônia matrimonial hindu, faltou luz no templo, que estava lotado.
Em meio à confusão e à escuridão, Veerachamy, em vez de colocar o colar em Subbulakshmi, sua noiva, o colocou na mulher ao lado dessa e o mesmo aconteceu com Balamurugan, para consternação de sua prometida, Sivakami.
O erro foi descoberto em seguida e levou os responsáveis do templo a improvisar uma "parikara puja", uma espécie de reza "corretora", que permitiu retirar os dois "mangalsutras" para colocá-los nos pescoços das noivas certas.
Os responsáveis do templo se desculparam, explicando que o local estava lotado, já que os 40 casais tinham chamado parentes e amigos para a cerimônia de casamento.
Fonte: noticias.terra.com.br
Colaborou: Josilene Alencar
Olha, eu nao ligo para os indianos mijando e cagando nas ruas, pelas vacas caminhando, dormindo, comendo e cagando em todos os lugares da India, eu nao me importo que eles comam so com a mao direita e limpem a bunda com a esquerda sem papel higienico, mas esta coisa de falta de luz e de agua me tiram do serio.
Como a India tem a cara de pau de vender uma imagem falsa de desenvolvimento economico se nem eletrecidade tem para suprir aos hospitais, lojas, fabricas etc????
Detesto esta grande mentira indiana!!! Eles fazem o resto do mundo de bobos. Que falta de respeito!
Incredible India!
19 agosto 2008
Casamento Infantil
Entre neste link e veja as fotos do casamento desta indiana, que para mim tem cara de menor de idade.
Nada como um casamento arranjado!
Olhe so a expressao de alegria e felicidade em seu rosto. Como eh belo ver uma noiva feliz e sorridente!!!!
http://shekarpavitra.blogspot.com/ (copie e cole no browser)
Colaborou: Adir Tavares
Incredible India!
Om Shanti
30 abril 2008
Divorciado, pero no mucho ;)

Namaste
Com a mudança de costumes, divorciados indianos buscam uma segunda chance
Saher Mahmood e Somini Sengupta
Em Nova Déli, Índia
Em um restaurante de trabalhadores no meio de um movimentado mercado municipal, Yuvraj Raina é cúmplice de uma atividade que antes seria vista como uma radical afronta à ordem social.
Ele pega uma das pastas em sua mesa e lê em voz alta. "Divorciada, nascida em 68, trabalha com finanças e ganha 40 mil por mês. Tem uma filha, de 8 anos."
Outra pasta: "Brâmane, nascida em 59, 1,60m, contadora, sem filhos. Divorciada. A razão para o divórcio, ela diz aqui, foi que o rapaz tinha problemas psicológicos."
E uma terceira candidata pouco convencional, que nunca foi casada mas é considerada velha demais para encontrar um marido do jeito tradicional. "Ela optou por um divorciado. Nascida em 68, dificilmente conseguiria se casar com um homem solteiro."
Raina, também divorciado, é um homem de negócios que está cortejando um mercado pequeno, porém promissor: ele tem uma agência matrimonial para homens e mulheres divorciados que querem se casar novamente. Em outra época, essa idéia teria sido excomungada pela classe média indiana. O casamento era compulsório, o divórcio era condenado, e as viúvas, pelo menos em algumas comunidades hindus, eram submetidas a uma vida de austeridade e, em alguns casos, ao exílio.
O casamento ainda é, em grande extensão, socialmente obrigatório na Índia. Mas na medida em que os costumes sociais indianos lentamente se transformam, os divórcio e segundos casamentos estão, aos poucos, ganhando aceitação. "No geral, isso não é mais tabu hoje em dia", disse Raina, que continuou tecendo louvores ao anonimato que as cidades grandes em especial oferecem aos que querem recomeçar suas vidas. Para escapar das línguas cacarejantes e dos dedos indicadores, um homem divorciado, diz Raina, "só precisa mudar de casa. Basta se mudar do leste de Déli para o Sul, que ele é uma nova pessoa."
O trabalho da agência de Raina, chamada Aastha Center for Remarriage, não é mais tão subversivo. As seções matrimoniais dos jornais de domingo trazem anúncios de outras agências de casamento especializadas em divorciados. O portal secondshaadi.com - "shaadi" significa casamento em hindi, e "second", segundo em inglês - foi lançado na Internet há apenas seis meses e já conta com uma base de dados de 25 mil clientes.
Até os sites convencionais de casamento, como o shaadi.com, estão começando a encontrar inscrições de pessoas que querem se casar pela segunda vez. Sunil Gangwani, que dirige uma filial do shaadi.com em Nagpur, uma pequena cidade do interior da Índia, diz que 5% de seus clientes são divorciados.
As taxas de divórcio são difíceis de serem quantificadas porque os casos são arquivados nas cortes locais espalhadas por todo o país, mas existem evidências factuais desse aumento. A Delhi Commission for Women, que tem uma linha telefônica de atendimento ao público, estima que o número de chamadas por parte de mulheres pedindo procedimentos de divórcio cresceu pelo menos 20% desde 2000.
Só a agência de Raina tem cerca de 5 mil noivas e noivos em potencial em seus arquivos. Na maior parte dos casos, são os parentes que inscrevem os divorciados no serviço, da mesma forma que os irmãos mais velhos e os pais e tios fariam no caso de um primeiro casamento tradicional. Os arquivos contém detalhes à moda antiga: casta, renda, se o pretendente é vegetariano ou não - e o horário exato do nascimento, para fins astrológicos. Mas eles também identificam se os clientes são divorciados ou viúvos, e descrevem em poucas palavras por que o casamento terminou, no caso dos divorciados. Raina diz que não está interessado em detalhes. "Se eu for ouvir todas as histórias, vai levar pelo menos dois dias para preencher a ficha", disse ele. "Eu simplesmente escrevo 'incompatibilidade'."
Ele examina as fichas cuidadosamente e envia aos clientes aquelas que são combinações compatíveis. Foi assim que ele encontrou sua parceira - uma mulher cujo primeiro marido havia morrido, deixando-a com um negócio para cuidar. Raina e a mulher já estão casados há mais de um ano.
O escritório da agência Aastha é uma sala estreita no alto de um prédio de dois andares, sem elevador. As paredes estão cobertas com pôsteres de casais sorridentes em trajes de casamento, maiores do que o tamanho natural. As pessoas procurar a agência por desejos e motivos diferentes. Manju Singh, 56, não buscava necessariamente um marido, mas um companheiro de sua idade. "Quero alguém com quem conversar", disse ela. "Minhas noites são muito solitárias".
Anubha Suri, 29, foi encorajada por seus pais a começar uma nova vida, mesmo enquanto espera que seu divórcio seja finalizado. "As pessoas podem dizer, 'Veja como essa garota é rápida'", diz ela. "Eu não me importo. Vou mostrar para o mundo que uma mulher pode viver com ou sem o casamento."
Savi Nagpal, 39, procurou a agência porque ficou cansada de organizar as festas de aniversário de sua filha sozinha. "Como se sabe, na Índia todo mundo pergunta pelo nome do pai - é a primeira coisa", disse ela. Ter uma presença paterna, disse ela, será bom para sua filha, que tem 8 anos de idade.
Mas ainda assim, Nagpal continua relutante em se casar novamente. Levou mais de três anos para que ela contatasse a agência de Raina. Ela ainda tem medo de entrar num relacionamento novo. "Procurar um segundo marido para mim agora não é uma questão de amor, mas simplesmente uma necessidade prática", disse Nagpal.
A Índia é uma sociedade em transição, cautelosamente adotando novos hábitos, mas ainda profundamente tradicional nas questões relacionadas ao casamento. Ninguém sabe isso melhor do que alguém que é divorciado e está buscando um novo começo.
Inderbir Singh, 35, deixou de ser convidado para sair com seus amigos depois de seu divórcio, há 15 meses. Se um parceiro de negócios pergunta sobre sua família e ele confessa que é divorciado, a conversa entra num silêncio constrangedor. Seus amigos o têm incentivado a encontrar uma nova companheira, mas ninguém quis apresentá-lo a nenhuma mulher. "De repente, sou um renegado na sociedade em que vivo", disse ele, em tom de quase brincadeira.
Ele vê uma sociedade em conflito consigo mesma. "As pessoas acham o divórcio OK. Ninguém vai forçá-lo a continuar no casamento e se torturar para o resto da vida", diz ele. "Mas a atitude para com uma pessoa divorciada continua a mesma. Somos renegados. As pessoas acreditam que o divórcio não aconteceria se a pessoa fosse boa."
Singh não ficou constrangido por se lançar no mercado de casamento novamente. Ele se inscreveu em sites de casamento convencionais, mas só conseguiu o que chamou de "taxa de fracasso de 100%". Ele colocou um anúncio no jornal, solicitando propostas, mas também não teve sorte. Então, tentou o site secondshaadi.com.
Até agora, já conheceu sete mulheres, e gostou de uma delas o suficiente para convidá-la para dois encontros. Ele a descreveu como sendo "um contato muito promissor".
"Vamos ver o que acontece", disse ele.
Fonte: Noticias UOL
Eu conheco duas brasileiras casadas com indianos que encontraram seus maridos via a agencia virtual de casamento; ambas nao aguentaram morar na India com as sogras e agora estao nos Estados Unidos.
Incredible India!
Om Shanti
17 maio 2007
Liz Hurley & Dote Brasileiro

Namastê
Pois é, novamente o mesmo assunto, parece que na Índia não há mais nada para se fazer, todos os problemas políticos, financeiros, sociais, educacionais, sanitários e morais foram resolvidos, agora só resta fofocar e criticar os outros....
Liz Hurley viola tradições na Índia e deixa hindus indignados
da Ansa, em Londres
A atriz e modelo britânica Elizabeth Hurley e seu marido, o milionário indiano Arun Nayar, podem ser condenados a três anos de prisão por violação de tradições hindus durante seu casamento no mês passado em Mumbai. Eles são acusados de apresentarem "comportamento alcoolizado", de se beijarem e de entrarem em um templo com sapatos.
O jurista Vishnu Khandelwa, que afirmou não conhecer o casal, acusou Hurley e Nayar de violar antigas tradições indianas. Também afirmou que o pai de Arun, Vinod Nayar, ofereceu-se a testemunhas contra o filho e a nora.
Segundo Nayar pai, ele e sua segunda esposa Joanne se sentiram "cidadãos de segunda categoria" na cerimônia do casamento. (O velho quer é vingança)
Khandelwa informou também que as fotos tiradas para a revista de celebridades "Hello!" durante a boda serão utilizadas como evidência contra o casal.
"Vamos enviar um pedido de prisão a Arun e Liz tão logo quanto a promotoria justifique o nosso caso", declarou o jurista.
"Nós na Índia temos nossas próprias crenças religiosas, que indicam que o noivo e a noiva devem se comportam sobriamente e os dois estavam alcoolizados. As fotos do 'Hello!' mostram os dois se beijando, o que vai contra nossas tradições", acrescentou.
O casal também é acusado de não tirar os sapatos dentro dos templos indianos. "Quando oramos temos que tirar o calçado porque rezamos para Deus. Nossa intenção é demonstrar que a cerimônia adotada pelo casal esteve contra as leis e os rituais indianos", concluiu o jurista.
Hurley e Nayar se casaram primeiro na Inglaterra, antes de viajar para a Índia para uma segunda cerimônia religiosa nesse país. (Se deram mal, não deveriam ter vindo casar aqui uma segunda vez. Agora CADEIA para eles!!)
Bom, você já está avisada, se vier para a Índia, NADA de beijos!!!! Que eu não vou tirar ninguém da cadeia!!
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Se você fica horrorizada com a quantidade de mulheres indianas que morrem por causa do famigerado dote, saiba que aí no Brasil o dote só caiu oficialmente em 2003.
Se você casou ANTES de 2003 e não pagou nenhum dote a seu marido, você deu uma de espertinha hehehehehe; embora em desuso a lei do dote foi válida até 2003.
Com a colaboração do Fábio S. Freitas segue abaixo a lei brasileira do dote. Sei que você não vai ler mas é interessante ter como referência.
Oi Sandra,
Segue o texto válido de 1916 a 2003 sobre o dote, embora já tivesse caído em desuso.
CAPÍTULO V
DO REGIME DOTAL
SEÇÃO I
DA CONSTITUIÇÃO DO DOTE
Art. 278 - É da essência do regime dotal descreverem-se e estimarem-se cada um de per si, na escritura antenupcial (art. 256), os bens, que constituem o dote, com expressa declaração de que a este regime ficam sujeitos.
Art. 279 - O dote pode ser constituído pela própria nubente, por qualquer dos seus antecedentes, ou por outrem.
Parágrafo único - Na celebração do contrato intervirão sempre, em pessoa, ou por procurador, todos os interessados.
Art. 280 - O dote pode compreender, no todo, ou em parte, os bens presentes e futuros da mulher.
Parágrafo único - Os bens futuros, porém, só se consideram compreendidos no dote, quando, adquiridos por título gratuito, assim for declarado em cláusula expressa do pacto antenupcial.
Art. 281 - Não e lícito aos casados aumentar o dote.
Art. 282 - O dote constituído por estranhos durante o matrimônio não altera, quanto aos outros bens, o regime preestabelecido.
Art. 283 - É lícito estipular na escritura antenupcial a reversão do dote ao dotador, dissolvida a sociedade conjugal.
Art. 284 - Se o dote for prometido pelos pais conjuntamente, sem declaração da parte com que um e outro contribuem, entende-se que cada um se obrigou por metade.
Art. 285 - Quando o dote for constituído por qualquer outra pessoa, esta só responderá pela evicção se houver procedido de má-fé, ou se a responsabilidade tiver sido estipulada.
Art. 286 - Os frutos do dote são devidos desde a celebração do casamento, se não se estipulou prazo.
Art. 287 - É permitido estipular no contrato dotal:
I - que a mulher receba, diretamente, para suas despesas particulares, uma determinada parte dos rendimentos dos bens dotais;
II - que, a par dos bens dotais, haja outros, submetidos a regimes diversos.
Art. 288 - Aplica-se, no regime dotal, aos adquiridos o disposto neste Título, Capítulo III (arts. 269 a 275).
SEÇÃO II
DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES
DO MARIDO EM RELAÇÃO AOS BENS DOTAIS
Art. 289 - Na vigência da sociedade conjugal, é direito do marido:
I - administrar os bens dotais;
II - perceber os seus frutos;
III - usar das ações judiciais a que derem lugar.
Art. 290 - Salvo cláusula expressa em contrário, presumir-se-á transferido ao marido o domínio dos bens, sobre que recair o dote, se forem móveis, e não transferidos, se forem imóveis.
Art. 291 - O imóvel adquirido com a importância do dote, quando este consistir em dinheiro, será considerado dotal.
Art. 292 - Quando o dote importar alheação, o marido considerar-se-á proprietário, e poderá dispor dos bens dotais, correndo por conta sua os riscos e vantagens que lhes sobrevierem.
Art. 293 - Os móveis dotais não podem, sob pena de nulidade, ser onerados, nem alienados, salvo em hasta pública, e por autorização do juiz competente, nos casos seguintes:
I - se de acordo o marido e a mulher quiserem dotar suas filhas comuns;
II - em caso de extrema necessidade, por faltarem outros recursos para subsistência da família;
III - no caso da primeira parte do § 2º do art. 299;
IV - para reparos indispensáveis à conservação de outro imóvel ou imóveis dotais;
V - quando se acharem indivisos com terceiros, e a divisão for impossível, ou prejudicial;
VI - no caso de desapropriação por utilidade pública;
VII - quando estiverem situados em lugar distante do domicílio conjugal, e por isso for manifesta a conveniência de vendê-los.
Parágrafo único - Nos três últimos casos, o preço será aplicado em outros bens, nos quais ficará sub-rogado.
Art. 294 - Ficará subsidiariamente responsável o juiz que conceder a alienação fora dos casos e sem as formalidades do artigo antecedente, ou não providenciar na sub-rogação do preço em conformidade com o parágrafo único do mesmo artigo.
Art. 295 - A nulidade da alienação pode ser promovida:
I - pela mulher;
II - pelos seus herdeiros.
Parágrafo único - A reivindicação dos móveis, porém, só será permitida, se o marido não tiver bens com que responda pelo seu valor, ou se a alienação pelo marido e as subseqüentes entre terceiros tiverem sido feitas por título gratuito, ou de má-fé.
Art. 296 - O marido fica obrigado por perdas e danos aos terceiros prejudicados com a nulidade, se no contrato de alienação (arts. 293 e 294) não se declarar a natureza dotal dos imóveis.
Art. 297 - Se o marido não tiver imóveis, que se possam hipotecar em garantia do dote, poder-se-á no contrato antenupcial estipular fiança, ou outra caução.
Art. 298 - O direito aos imóveis dotais não prescreve durante o matrimônio. Mas prescreve, sob a responsabilidade do marido, o direito aos móveis dotais.
Art. 299 - Quanto às dívidas passivas, observar-se-á o seguinte:
§ 1º - As do marido, contraídas antes ou depois do casamento, não serão pagas senão por seus bens particulares;
§ 2º - As da mulher, anteriores ao casamento, serão pagas pelos seus bens extradotais, ou, em falta destes, pelos frutos dos bens dotais, pelos móveis dotais e, em último caso, pelos imóveis dotais. As contraídas depois do casamento só poderão ser pagas pelos bens extradotais.
§ 3º - As contraídas pelo marido e pela mulher conjuntamente poderão ser pagas, ou pelos bens comuns, ou pelos particulares do marido, ou pelos extradotais.
SEÇÃO III
DA RESTITUIÇÃO DO DOTE
Art. 300 - O dote deve ser restituído pelo marido à mulher, ou aos seus herdeiros, dentro no mês que se seguir à dissolução da sociedade conjugal, se não o puder ser imediatamente (art. 178, § 9°, I, c, e II).
Art. 301 - O preço dos bens fungíveis, ou não fungíveis, quando legalmente alienados, só pode ser pedido 6 (seis) meses depois da dissolução da sociedade conjugal.
Art. 302 - Se os móveis dotais se tiverem consumido por uso ordinário, o marido será obrigado a restituir somente os que restarem, e no estado em que se acharem ao tempo da dissolução da sociedade conjugal.
Art. 303 - A mulher pode, em todo o caso, reter os objetos de seu uso, em conformidade com a disposição do art. 263, IX, deduzindo-se o seu valor do que o marido houver de restituir.
Art. 304 - Se o dote compreender capitais ou rendas, que tenham sofrido diminuição ou depreciação eventual, sem culpa do marido, este desonerar-se-á da obrigação de restituí-los, entregando os respectivos títulos.
Parágrafo único - Quando, porém, constituído em usufruto, o marido ou seus herdeiros serão obrigados somente a restituir o título respectivo e os frutos percebidos após a dissolução da sociedade conjugal.
Art. 305 - Presume-se recebido o dote:
I - se o casamento se tiver prolongado por 5 (cinco) anos depois do prazo estabelecido para sua entrega;
II - se o devedor for a mulher.
Parágrafo único - Fica, porém, salvo ao marido o direito de provar que o não recebeu, apesar de o ter exigido.
Art. 306 - Dada a dissolução da sociedade conjugal, os frutos dotais, que correspondam ao ano corrente, serão divididos entre os dois cônjuges, ou entre um e os herdeiros do outro, proporcionalmente à duração do casamento, no decurso do mesmo ano.
Os anos do casamento contam-se na data de sua celebração.
Parágrafo único - Tratando-se de colheitas obtidas em períodos superiores, ou inferiores a 1 (um) ano, a divisão se efetuará proporcionalmente ao tempo de duração da sociedade conjugal, dentro no período da colheita.
Art. 307 - O marido tem direito à indenização das benfeitorias necessárias e úteis, segundo o seu valor ao tempo da restituição, e responde pelos danos de que tiver culpa.
Parágrafo único - Este direito e esta obrigação transmitem-se aos seus herdeiros.
SEÇÃO IV
DA SEPARAÇÃO DO DOTE E SUA
ADMINISTRAÇÃO PELA MULHER
Art. 308 - A mulher pode requerer judicialmente a separação do dote, quando a desordem nos negócios do marido leve a recear que os bens deste não bastem a assegurar os dela; salvo o direito, que aos credores assiste, de se oporem à separação, quando fraudulenta.
Art. 309 - Separado o dote, terá por administradora a mulher, mas continuará inalienável, provendo o juiz, quando conceder a separação, a que sejam convertidos em imóveis os valores entregues pelo marido em reposição dos bens dotais.
Parágrafo único - A sentença da separação será averbada no registro de que trata o art. 261, para produzir efeitos em relação a terceiros.
09 março 2007
A Trajetória de Vida da Mulher na Índia - Parte II

22 fevereiro 2007
Ed na India

Nâmaskar
O Indi(a)gestão já tem por tradição postar a experiências de outras pessoas neste país tão diferente do nosso. Hoje apresento a você um breve email que recebi do Ed.
15 outubro 2005
Casando no Hinduismo

Nâmaskar,
Alon Orpaz e Tehila Salev, um casal de israelitas que se abraçaram e beijaram assim que sua cerimônia de casamento hindu foi concluida na cidade de Pushkar foram multados em 22 dólares por indecência. Eles não sabiam que na Índia beijar em público é ilegal. Eles preferiram pagar a multa e fazer um pedido de desculpas público a ficarem 10 dias na cadeia. Segundo os sacerdotes hindus, o casal feriu os sentimentos hindu e agiu desrespeitosamente para com a religião na qual escolheram se casar.
Eu conheço 4 brasileiras casadas com indianos que apesar de serem evangélicas casaram-se na religião hindu. Conheço também católicas que fizeram o mesmo. Como a cerimônia de casamento hindu é bem elaborada, rica e cheia de detalhes, as brasileiras e as estrangeiras gostam de se casar segundo a tradição hindu. As pessoas se deixam levar pela pompa e riqueza e se esquecem do fundamental – o significado espiritual da união de duas pessoas.
Case-se no hinduismo mesmo sem ser hindu se você quiser. Renegue sua própria religião, crenças e costumes. Comece sua vida de casada casualmente. Deixe-se levar pela beleza e riqueza de uma cerimônia sem significado religioso para você; mas pelo menos, tenha o bom senso de se informar antes. Aprenda e saiba pelo menos um pouco do que se deve fazer e do que não se deve fazer.
Pergunte o significado dos slokas sânscritos que você terá de repetir, para não ficar repetindo no vazio como um papagaio. Tente fazer da cerimônia hindu algo com peso emocional e espiritual para você. Leve-a com seriedade. E evite gafes ou mesmo evite acabar 10 dias na cadeia!
Não faça o que uma brasileira que se casou com um indiano no ritual hindu faz atualmente, ou seja, renegar completamente a religião hindu na qual se casou. Chamar os hindus de cultuadores do diabo, proibir os filhos de visitarem templos hindus com seu pai e aos avós paternos e machucar profundamente o sentimento religioso de seu marido. Tenha concistencia em seus atos. Tenha respeito pela religião do seu esposo e pela religião na qual se casou; ou nao se case no hinduismo!
Evite problemas futuros casando-se em igrejas e templos de sua própria religião. Não se deixe levar pelo entusiamo de ter uma cerimônia religiosa “diferente”. Leve seu casamento a sério desde o princípio ou pelo menos não renegue mais tarde a religião na qual você mesma decidiu se casar.
Outra coisa para se pensar é por que os sacerdotes hindus aceitaram realizar a cerimônia de casamento hindu para um casal de estrangeiros não hindus? Como pode????
Resposta: $$$$$$
Conheço uma moça sikh que casou-se com um hindu e realizaram 2 casamentos, um segundo a tradição sikh e outro segundo a tradição hindu.
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Há previsão de chuva e queda de neve na região noroeste da Índia, a região mais atingida pelo terremoto. Se chover e nevar, o trabalho de resgate terá que ser suspenso. O trabalho de resgate nessa região já é difícil pela topografia local e pela falta de equipamento adequado, se chover vai ficar impossível.
O resgate e ajuda humanitária é feito com macas improvisadas de bambu e com burros e cavalos pra te dar uma idéia da precaridade da coisa. Mesmo assim, hoje, a mais de 100 horas do primeiro terremoto (já houveram outros desde então) uma criança foi retirada viva dos escombros.
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03 outubro 2005
Casamento Hindu - Parte IV

Namaskar
Casamento Hindu - PARTE IV
Noivo e noiva preparam-se 1 dia antes do casamento passando por tratamentos de beleza dos pés a cabeça, semelhante ao “dia da noiva” que tem nos salões aí no Brasil. Naturalmente o “dia da noiva” da mulher é muito mais elaborado do que o do homem. A tradição manda que façam mehendi nas mãos, antebraços, pés e canelas (tatuagem de henna).
Finalmente são chegados os dias do casamento (só 3 dias atualmente, mas no passado era 1 semana de casamento!).
O noivo vai ao salão de festa alugado pela família da noiva levando consigo somente parentes próximos e amigos íntimos. Antigamente as pessoas não se casavam em salões de festa, mas sim em casa, e portanto o noivo ia até a casa da noiva.
O noivo vai em um carro todo enfeitado com flores. Aqui em Delhi e no norte da Índia, ele vai em um cavalo branco todo enfeitado e com uma banda na frente tocando música cafona e irritante; enquanto os amigos e familiares bebados vao dancando ao redor.
Fico com muita pena dos cavalos que sofrem muito com o barulho extremamente alto.
Ao chegar ele é recebido pelos parentes mais velhos da noiva (avô, pai e tios).
O ritual religioso possui 2 sacerdotes, 1 contratado pela família da noiva e é quem realiza toda a cerimônia, e outro representando a família do noivo, que fica meio que de olho no outro sacerdote pra ver se ele está realizando os rituais corretamente ou não.
O ritual é longo e complicadíssimo, as coisas mais simbólicas são a caminhada ao redor do fogo, a troca de guirlanda de flores, o homem colocando sindoor na noiva, a roupa dela amarrada a roupa dele com um nó. O ritual demora de 3 a 4 horas!!!!
Após o ritual vem a festa logo em seguida, festa essa oferecida pela noiva aos seus convidados e a meia-dúzia de gatos-pingados de parentes do noivo.
Os convidados vão embora após comerem e no salão de festa ficam apenas os noivos, seus amigos íntimos e os membros sênior da família da noiva. Eles não dormem e ficam lá até o amanhecer.
Pela manhã eles todos vão a casa do noivo onde acontecem mais rituais. Essa noite eles dormem em quartos separados e não podem se ver. No terceiro dia a festa é no salão alugado pelo noivo, dessa vez com todos seus parentes e amigos e com apenas meia-dúzia de gatos-pingados por parte da noiva.
Finalmente na terceira noite é que ocorre a famosa Noite de Núpcias ;)
Os indianos não registram seus casamentos no papel e só agora em 2005 é que o governo indiano está fazendo um projeto para ver se consegue implementar o registro de casamento obrigatório, assim como o de nascimento. Para os indianos basta a festa e o religioso.
Há 3 Leis de Casamento aqui na Índia, uma para hindus (monogâmico), uma para muçulmanos (poligâmico) e o especial (para estrangeiros como eu e todas as outras religiões incluindo a cristã - monogâmico).
Sim, os homens muçulmanos podem ter mais do que 1 esposa, na verdade a lei permite que eles tenham até 4 esposas.
Após o casamento os noivos viajam em lua-de-mel e ao retornarem vão morar na casa dos pais do noivo juntamente com toda a família dele.
Isso conclui meu relato em relação ao casamento hindu.
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18 setembro 2005
Casamento Hindu - Parte III

Namastê!
Casamento Hindu - PARTE III
Como eu disse anteriormente, o dote foi proibido por lei, mas na prática a coisa é outra. Na verdade mudou de nome. Agora é conhecido como ‘presente de casamento’.
A família da noiva presenteia o noivo e/ou sua família; seja em dinheiro ou em bens como automóveis, motocicletas, vacas, bicicletas, camelos, etc. Existem ‘presentes’ para todos os gostos e para todos os bolsos.
Tradicionalmente as moças levam consigo, ao mudarem-se para a casa do rapaz, a cama, criado-mudo, guarda-roupa, colchão, travesseiros e enxoval de cama e banho para ambos.
A família da noiva ainda deve comprar para ela roupas, calçados, jóias e maquilagem, tudo tem que ser novo pois ela vai iniciar uma nova vida - a vida de casada.
A moça deixa suas roupas e coisas antigas na casa de seus pais, e muda-se para a casa do marido levando somente roupas novas e afins. Com certeza é uma parte importante do ritual de passagem (casamento); deixar o velho para trás (a vida de solteira) e começar vida nova (vida de casada).
Há números precisos de peças de roupas que a moça deve comprar para si, por exemplo: 11 roupas, ou 21, ou 31 etc. Ela não pode comprar por exemplo 24 roupas, ou qualquer outro número pois isso não traria sorte ao casamento. Essa é com certeza a parte favorita das moças em relação a preparação para o casamento. A mulher indiana AMA comprar roupas, jóias e calçados; e tem aquelas que abusam do bolso paterno, comprando tudo do mais caro e do melhor. Muitos pais pegam empréstimos em bancos para arcar com as despesas envolvidas no casamento incluindo ‘presentes’; e depois ficam anos pagando o empréstimo.
Não apenas a moça deve ter roupas, jóias e calçados novos, mas também toda sua família, assim como para a família do noivo!
Cabe ao religioso hindu que realizará a cerimônia religiosa, marcar o dia e horário mais auspicioso para o casamento, segundo o calendário religioso hindu, que só eles entendem devido ao alto grau de complicação do mesmo.
Aluga-se então salão de festa ou campo aberto que será mais tarde cercado de panos (tipo circo) pra deixar intrusos de fora, onde serão realizadas as cerimônias e rituais; que não são poucos!
Naturalmente providencia-se também a decoração de flores e escolhe-se o cardápio para o jantar dos convidados. As flores fazem parte integral de qualquer função religiosa hindu e são extremamente importantes.
Muitas vezes quandos os noivos e suas famílias não são vegetarianos, mesmo assim por economia, servem apenas comida vegetariana aos convidados. Isso não ocorre em outros lugares da Índia onde as pessoas no geral não economizam na comida e tem prazer em servir do melhor aos seus convidados.
Por favor aguarde a PARTE IV
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11 setembro 2005
Casamento Hindu - Parte II

Nâmaskar
Casamento Hindu - PARTE II
Creio que a expressão mais correta para os casamentos arranjados deveria ser “casamentos negociados”, pois na verdade o que ocorre é uma verdadeira negociação antes do casamento; embora não seja nada escrito no papel como nos “pre nups” americanos.
Inicialmente é necessário colocar um anúncio nos classificados do jornal de domingo escrevendo o que a família espera de uma boa noiva/noivo.
É realmente fascinante ler esses classificados. Eles são muito bem organizados e estão divididos entre: Procura-se Noivos e Procura-se Noivas. Dentro dessa divisão há muitas subdivisões como: por casta, por língua, por religião, por profissão, por comunidade, para indianos morando fora da India, geral (deficientes visuais, físicos e auditivos; segundo casamento; casamento de viúvo; e portador de HIV) e cosmopolita.
Em geral pede-se e procura-se alguém bonito de cor de pele clara (o que é uma ironia uma vez que os indianos são na maioria escuros), uns escrevem que dote não é necessário, atualmente todos pedem por mulheres magras, outros mencionam o quanto ganham por mês etc. Isso fica a critério da família que está em busca de uma esposa/o para o filho/a.
A comunicação a princípio se dá por carta ou e-mail onde no geral pede-se uma foto e informações específicas sobre a candidata a esposa. Tenta-se encontrar alguém do mesmo nível educacional, social e financeiro. Uma vez selicionadas as candidatas as famílias marcam um encontro com ou sem os futuros noivos.
Esses encontros se dão primeiramente na casa da moça. A família do rapaz (pai, mãe, irmãos mais velhos, tios etc.) vão a casa da moça para conversar com a família dessa (pai, mãe, tios, tias etc). Antigamente os noivos e noivas NÃO se viam até o dia oficial do casamento, atuamente, a maioria das famílias levam o noivo já nesse primeiro encontro. Após uns minutos de conversa, se tudo estiver indo bem, a família da moça a chama e a apresenta a família do noivo. Nesse primeiro encontro os futuros noivos não se falam e ficam absolutamente calados e de cabeça baixa. Quem conversa são apenas os familiares mais velhos e de preferência os homens (pais e tios). Se tudo correu bem nesse primeiro encontro, haverá outros encontros, dessa vez na casa do rapaz.
A família do rapaz aproveita o segundo encontro que é dessa vez na sua casa, para mostrar a família da noiva (a moça não vai nesse encontro) toda a casa e o quarto onde eles irão dormir. Se a casa é razoável, começa então as negociações. Todos esses encontros são regados a chá preto com leite, água e doces.
Por favor aguarde a PARTE III
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